Truque ao comer macarrão reduz impacto na glicemia; nutri ensina
Técnica de cozinhar, resfriar e reaquecer o macarrão transforma parte do amido em amido resistente, reduzindo a resposta glicêmica
atualizado
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Um método pouco conhecido pode reduzir de forma significativa o impacto do macarrão na glicemia, e o melhor: sem alterar sabor ou textura. A estratégia envolve um simples ciclo de cozimento, resfriamento e reaquecimento, que modifica parte do amido do alimento.
Segundo o nutricionista Guilherme Lopes, além de manter o macarrão al dente para evitar a gelatinização excessiva do amido, esse processo adicional cria uma fração importante de amido resistente, que é digerida mais lentamente e ameniza os picos de glicose após a refeição.
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Cozinhar, resfriar e aquecer o macarrão: por que funciona
Ao ser levado à geladeira por algumas horas, parte do amido da massa passa a se comportar como fibra, diminuindo a velocidade com que o carboidrato é absorvido. “O resfriamento transforma parte do amido em amido resistente, que não é digerido no intestino delgado e reduz de forma significativa a resposta glicêmica”, explica Lopes.

Esse efeito se mantém mesmo após o reaquecimento, o que torna a técnica prática para quem prepara refeições antecipadas. O nutricionista reforça que combinar o macarrão com outros componentes também faz diferença. “Quando a refeição inclui proteínas, fibras e um pouco de gordura boa, o controle da glicose fica ainda mais eficiente”, afirma.












