Falta pouco! 10 curiosidades sobre Sergio Camargo, que ganha megaexposição inédita no Teatro Nacional
A trajetória e as obras de Sergio Camargo estarão expostas no Teatro Nacional a partir do dia 10 de dezembro, em uma realização do Metrópole
atualizado
Compartilhar notícia

A partir de 10 de dezembro, o público de Brasília poderá mergulhar em uma nova leitura da obra de Sergio Camargo. A exposição, instalada no Foyer da Sala Villa-Lobos — espaço emblemático do Teatro Nacional — propõe acompanhar como suas formas, volumes e luzes se transformaram ao longo do tempo.
Transparência – Projeto É Pau, É Pedra – Sergio Camargo
A iniciativa, realizada pelo Metrópoles, reafirma o empenho do grupo em democratizar experiências culturais e fortalecer a produção artística do Distrito Federal.
Sergio Camargo é um dos grandes artistas brasileiros, e tem uma trajetória marcada por experiências internacionais e relação com a arte desde criança. Suas esculturas conquistaram espaço em instituições de vários países, consolidando seu nome como uma referência da arte brasileira no cenário internacional.
A mostra, inédita em Brasília, é uma realização do Metrópoles, em um espaço icônico da capital federal. Intitulada “É Pau, é Pedra…”, a exposição estará aberta ao público desde 10 de dezembro até 6 de março de 2026.
Confira 10 curiosidades de Sergio Camargo:
- Começou na pintura: antes de se consagrar como escultor, Camargo iniciou sua trajetória artística pela pintura.
- Virada decisiva em Paris: sua mudança para Paris, nos anos 1960, transformou sua produção e consolidou sua pesquisa no campo do relevo e da escultura.
- Branco como protagonista: ele escolheu o branco como cor dominante em muitas obras por acreditar que isso exaltava forma, luz e sombra de forma mais pura.
- Diálogo com o neoconcretismo: embora não fosse oficialmente do grupo, sua obra dialoga com as proposições neoconcretas — especialmente com a ideia do “corpo da obra”.
- Relevos icônicos: seus painéis de relevos brancos, presentes em museus e coleções ao redor do mundo, tornaram-se uma marca registrada.
- Experiência na China: Camargo viveu por um período em Pequim, nos anos 1950, quando teve contato com técnicas e filosofias orientais que influenciaram sua noção de equilíbrio e repetição.
- Reconhecimento internacional: ele participou da Bienal de Veneza e expôs em instituições de prestígio na Europa.
- Obras em grandes arquiteturas: há trabalhos seus integrados a edifícios e espaços públicos, reforçando seu interesse pela relação entre arte e arquitetura.
- Produção intensa, vida discreta: apesar do enorme impacto estético, Sergio Camargo manteve sempre um perfil reservado, deixando que as obras falassem por ele.
- Acervo espalhado pelo mundo: seus trabalhos estão em instituições como MoMA, Tate Modern, Museu de Arte Moderna do Rio e diversas coleções privadas internacionais.
ServiçoExposição É Pau, é Pedra…, de Sergio Camargo, realizada pelo Metrópoles
Visitação de 10 de dezembro a 6 de março, no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional. Diariamente, das 12h às 20h












