Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Vida & Estilo

Alimentos que devem ser evitados na dieta de bebês menores de 2 anos

Veja o que não deve entrar no prato dos pequenos e os riscos por trás desses alimentos aparentemente inofensivos

24/07/2025 14:55
Compartilhar notícia
Getty Images
Imagem colorida de bebê comendo

É comum que pais e responsáveis fiquem em dúvida sobre o que oferecer — e o que evitar — na alimentação de crianças pequenas. Mas a ciência é clara: alguns alimentos, por mais presentes que sejam na rotina dos adultos, são totalmente inadequados para bebês com menos de 2 anos e podem trazer sérios riscos à saúde. Entenda agora quais são eles.

Receba no seu email as notícias de Fitness&Nutrição

Frequência de envio: Duas vezes na semana

Ver todas as newsletters

Açúcar: risco para a saúde metabólica
Um dos principais vilões é o açúcar. O recomendado é evitar qualquer adição de açúcar até os 2 anos, já que ele pode aumentar o risco de obesidade infantil, cáries e doenças crônicas no futuro. A preferência deve ser sempre por alimentos naturais, como frutas in natura, que já oferecem sabor adocicado e nutrientes importantes.

Mel: perigoso antes de 1 ano
Outro item comum, mas extremamente perigoso, é o mel. Mesmo sendo natural, ele não deve ser oferecido a bebês menores de 1 ano, pois pode conter esporos da bactéria Clostridium botulinum, causadora do botulismo infantil, uma doença rara, porém grave.

Como o sistema imunológico de crianças pequenas ainda não está completamente desenvolvido, o botulismo é algo ainda mais perigoso.

Alimentos que devem ser evitados na dieta de bebês menores de 2 anos - destaque galeria
6 imagens
Existem diferentes tipos de açúcar, como o refinado, o cristal, o mascavo, o demerara e o de coco. O refinado é o mais prejudicial
O consumo excessivo de açúcar pode levar ao aumento de peso, diabetes, hipertensão e outros problemas de saúde
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o consumo de açúcar não exceda 10% das calorias diárias
Substituir bebidas açucaradas por água, sucos naturais ou chás pode ajudar a reduzir o consumo de açúcar
Existem alternativas naturais ao açúcar, como adoçantes naturais e frutas com baixo índice glicêmico
A palavra "açúcar" refere-se a uma substância cristalizada, geralmente a sacarose, utilizada para adoçar alimentos e bebidas
1 de 6

A palavra "açúcar" refere-se a uma substância cristalizada, geralmente a sacarose, utilizada para adoçar alimentos e bebidas

Pexels
Existem diferentes tipos de açúcar, como o refinado, o cristal, o mascavo, o demerara e o de coco. O refinado é o mais prejudicial
2 de 6

Existem diferentes tipos de açúcar, como o refinado, o cristal, o mascavo, o demerara e o de coco. O refinado é o mais prejudicial

Getty Images
O consumo excessivo de açúcar pode levar ao aumento de peso, diabetes, hipertensão e outros problemas de saúde
3 de 6

O consumo excessivo de açúcar pode levar ao aumento de peso, diabetes, hipertensão e outros problemas de saúde

Getty Images
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o consumo de açúcar não exceda 10% das calorias diárias
4 de 6

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o consumo de açúcar não exceda 10% das calorias diárias

Getty Images
Substituir bebidas açucaradas por água, sucos naturais ou chás pode ajudar a reduzir o consumo de açúcar
5 de 6

Substituir bebidas açucaradas por água, sucos naturais ou chás pode ajudar a reduzir o consumo de açúcar

Pexels
Existem alternativas naturais ao açúcar, como adoçantes naturais e frutas com baixo índice glicêmico
6 de 6

Existem alternativas naturais ao açúcar, como adoçantes naturais e frutas com baixo índice glicêmico

Getty Images

Embutidos, ultraprocessados e sal

Produtos como presunto, salsicha, nuggets, bolachas recheadas e salgadinhos são cheios de gorduras ruins, sal, corantes e conservantes, que não têm lugar na alimentação infantil. O sal em excesso vindo de produtos ultraprocessados, aliás, pode afetar os rins em desenvolvimento. Mesmo o sal de cozinha, adicionado na comida feita em casa, deve ser usado com extrema moderação até os 2 anos.

Introdução alimentar com segurança

A introdução de novos alimentos deve começar por volta dos 6 meses de idade, com foco em alimentos naturais, preparados em casa e livres de aditivos. Quanto mais variada e saudável for a alimentação nessa fase, maiores as chances de a criança desenvolver bons hábitos alimentares ao longo da vida.

A orientação de um pediatra e de nutricionista especializado é essencial durante a etapa. Afinal, alimentação saudável na infância é um investimento para o futuro — e começa com escolhas conscientes logo nos primeiros anos.

Juliana Andrade(*) Juliana Andrade é nutricionista formada pela UnB e pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional. Escreve sobre alimentação, saúde e estilo de vida