Em novo dia de fortes ganhos, bolsas da Europa voltam a bater recordes
O índice Stoxx 600, que reúne ações de 600 empresas europeias listadas em bolsas, fechou em alta de 0,58%, mais uma vez acima dos 600 pontos
atualizado
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Em mais um dia marcado por otimismo nos mercados globais, os principais índices das bolsas de valores da Europa fecharam o pregão desta terça-feira (6/1) em alta, deixando a preocupação com a crise na Venezuela em segundo plano.
O que aconteceu
- O índice Stoxx 600, que reúne ações de 600 empresas europeias listadas em bolsas, fechou em alta de 0,58%, aos 605,28 pontos. Foi o segundo dia consecutivo em que o indicador ultrapassou a marca dos 600 pontos.
- Na Bolsa de Frankfurt, na Alemanha, o índice DAX terminou o dia em leve alta de 0,09%, aos 24,8 mil pontos.
- Em Paris, o CAC 40 registrou ganhos de 0,32%, aos 8,2 mil pontos.
- Em Londres, o índice FTSE 100 encerrou o pregão em alta de 1,18%, aos 10,1 mil pontos. Foi a segunda vez seguida que o indicador superou os 10 mil pontos.
- O Ibex 35, de Madri, também fechou no azul, com valorização de 0,19%, aos 17,6 mil pontos.
Destaques
Entre os principais destaques do pregão na Europa, o setor de tecnologia encerrou o dia com forte valorização de 3,45%.
O setor de defesa, que já havia subido na véspera, manteve a trajetória de alta e avançou 3,69%.
O segmento de saúde terminou o pregão com ganhos de 1,9%, alavancado pela alta das ações da empresa dinamarquesa Novo Nordisk, fabricante do Ozempic, que subiram quase 5% após o lançamento da pílula do Wegovy nos Estados Unidos.
O setor de energia, com valorização de 0,68%, também esteve entre os maiores destaques do pregão.
Nesta terça-feira, o Goldman Sachs, um dos maiores bancos do mundo, elevou o seu preço-alvo de 12 meses para o índice Stoxx 600 de 615 pontos para 625 pontos, mencionando um crescimento global mais forte e avanço dos lucros corporativos.
O banco norte-americano também subiu sua estimativa de 12 meses para o índice FTSE 100, da Bolsa de Londres, de 10,3 mil para 10,4 mil pontos.
“Em conversas com clientes baseados nos EUA, observamos maior interesse em diversificação global, com a Europa sendo vista especialmente como uma oportunidade de valor”, afirmaram os analistas do Goldman Sachs em relatório.
