MC Zaquin realiza sonho de gravar com Belo em estreia no pagode
O que tiver que ser, será é o nome do novo single do hitmaker de 20 anos. Ele pretende explorar mais o potencial vocal cantando pagode
atualizado
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MC Zaquin, de 20 anos, é um dos nomes mais conhecidos da nova geração do funk. O cantor está se aventurando no mundo do pagode com o lançamento do single O Que Tiver Que Ser, Será, com a participação de Belo. A música é a primeira experiência do funkeiro em outro ritmo, mas não é um desafio.
“Era uma meta minha lançar um pagode e de cara já veio com o Belo. Como eu sou MC, quero migrar, expandir minha carreira, ter músicas com vários artistas de gêneros diferentes. No samba, no sertanejo, mas sem nunca abandonar o funk”, explica.
O artista revela que o contato com Belo surgiu por intermédio de um produtor do Rio de Janeiro. “Ele me apresentou essa música. terminei de fazer a letra e só faltava convidar o artista. Então ele disse que poderia ser o Belo, que as vozes encaixariam. Fizemos o convite e ele aceitou, amou a música. Deixamos nossas partes gravadas no estúdio e, depois de duas semanas, conheci ele pessoalmente no Rio de Janeiro para gravar o clipe. Gente boa demais, humilde, muito interativo”, conta.
Segundo o funkeiro, a vontade de cantar outros estilos vai de encontro com a possibilidade de explorar melhor o potencial vocal. “No funk, não consigo mostrar tanto minha voz quanto nos outros ritmos. No sertanejo você força bem mais a voz, no pagode também, que é mais melodia, então consigo mostrar melhor meu talento.” Além de Belo, o cantor revelou que está em contato com Gustavo Mioto para fazer uma música. Ambicioso, deseja gravar, também, com Ferrugem e Dilsinho.
Mas, quando o assunto é funk, as músicas de MC Zaquin têm milhões de visualizações nas plataformas digitais. Hits como Não Nasceu Pra Namorar, Ô Moça e Eu Catuquei estão bombando nas festas, shows e eventos por todo o Brasil. Com agenda lotada até janeiro de 2022, está rodando o país cantando seus sucessos.
“A sensação de estar no palco é surreal. A ficha caiu quando vi aquela multidão cantando minha música. A fama está lá em cima. Fico feliz, é muito gratificante ver que o trabalho está sendo reconhecido”, exclama.
Nascido em Belo Horizonte, o MC trabalha com o funk da cidade, com característica mais melódica. Ele trabalha bastante nas composições e na parte vocal, com o adicional de falsetes e mudanças de notas durante o canto. Fã de poemas, Zaquin se utiliza da leitura para auxiliar nas composições de novos sucessos.
“Gosto muito de ler poemas. Abro o site Pensador e fico lendo os poemas românticos, outros mais quentes, mais safados e aprendo vocabulários diferentes para usar no funk. Isso é um diferencial”, revela.
E, apesar da pouca idade, sabe o tamanho da responsabilidade de estar no topo das paradas musicais. “Me cobro bastante quando vou lançar música. A responsabilidade é grande, mas levo a vida de artista como se fosse uma brincadeira, uma vida normal, mesmo sendo meu trabalho. Busco ser natural”, complementa.
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