Filha faz vaquinha para pagar tratamento de câncer no cérebro da mãe

A dentista Alessandra Primilia, 52 anos, foi diagnosticada com quatro tumores no cérebro, há cerca de duas semanas

atualizado 06/12/2022 23:22

Imagem cedida ao Metrópoles

A estudante de medicina veterinária Bruna Queiroz, 23 anos, está correndo contra o tempo para arrecadar dinheiro no intuito de custear o tratamento de câncer da mãe. Alessandra Primilia, 52, foi diagnosticada com quatro tumores no cérebro há cerca de duas semanas. Segundo a filha, o estágio da doença já está avançado e ela precisa passar por radiocirurgia o quanto antes.

Nas últimas semanas, Alessandra começou a sentir fortes dores de cabeça, que chegavam a causar vômitos, e apresentou pressão alta. Conforme relata a filha, elas foram em alguns postos de saúdes, mas a medicação não passava de algum remédio para aliviar a dor.

“Com o passar dos dias, ela começou a perder a visão e alguns dos movimentos corporais. Nas mãos, ela sentia perda da força, até parou de trabalhar como dentista. Foi aí que decidimos ir em ao Hospital Regional de Santa Maria e a médica indicou a tomografia da cabeça”, relata Bruna.

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No caso da Alessandra, a tomografia foi indicada pois ela já havia sido diagnosticada com câncer de mama, e as dores na cabeça poderiam ser um indicativo de um novo tumor.

“Descobrimos o câncer de mama em 2021. Ela passou por quimioterapia, radioterapia e pela cirurgia de remoção da mama. Todo o tratamento foi custeado pelo Sistema Único de Saúde (SUS)”, conta a estudante.

Há duas semanas, o resultado da tomografia indicou mais uma batalha pela qual Alessandra teria de vencer contra o câncer. Por conta da inflamação na cabeça e as fortes dores, a dentista precisou ser internada. Atualmente, ela está sendo atendida no Hospital Universitário de Brasília (HUB). Nessa segunda-feira (5/12), Alessandra passou ela regulação do SUS e entrou na fila de espera do tratamento.

“No caso dela, o indicado seria uma radiocirurgia, que trata-se de um tratamento para tumores no cérebro menos invasivo do que a radioterapia. Como é um caso emergencial, entramos com um pedido na Defensoria Pública para que ela consiga passar pelo procedimento o quanto antes”, relata Bruna.

Porém, caso não consiga a terapia pelo SUS, o tratamento terá de ser feito na rede particular de saúde. Segundo Bruna, a radiocirurgia está em torno de R$ 18 mil.

Além disso, para custear despesas com outros procedimentos e exames, a estudante criou uma vaquinha virtual para arrecadar dinheiro. “Estou desesperada. É uma situação bem urgente”, diz.

Quem tiver interesse em contribuir com a vaquinha virtual para ajudar no tratamento de Alessandra, pode fazer uma doação para o Pix de Bruna: 61983599988.

 

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