Mirelle Pinheiro

Antes de morrer, Mangabinha publicou registro usando roupa de guerra. Veja vídeo

Em um perfil no Instagram, o traficante do Comando Vermelho costumava postar vídeos e fotos exibindo fuzis e explosivos usados pela facção

atualizado

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Luiz Felipe Honorato Romão, o "Mangabinha", era integrante do Comando Vermelho e atuava na Cidade de Deus, entre as áreas conhecidas como Karatê e 13, onde exercia a função de soldado do tráfico, responsável pela segurança das lideranças e dos pontos de venda de drogas
1 de 1 Luiz Felipe Honorato Romão, o "Mangabinha", era integrante do Comando Vermelho e atuava na Cidade de Deus, entre as áreas conhecidas como Karatê e 13, onde exercia a função de soldado do tráfico, responsável pela segurança das lideranças e dos pontos de venda de drogas - Foto: Reprodução/Redes sociais

Menos de 24 horas antes de ser morto na manhã desta sexta-feira (21/11), em um confronto com investigadores da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), o traficante do Comando Vermelho (CV) Luiz Felipe Honorato Romão (foto em destaque), o Mangabinha, publicou um vídeo em suas redes sociais equipado com roupas de guerra, armas e granadas.

 

Ao som da música “Cedo ou Tarde”, cantanda em uma versão sertaneja, o homem aparece nas imagens fazendo poses e ostentando o armamento pesado. O tom da música, escrita pelo guitarrista da banda NX Zero, em homenagem ao pai falecido, chamou a atenção de internautas, que passaram a comentar que o criminoso parece ter pressentido a própria morte.

Ele morreu após trocar tiros com a Polícia Civil durante uma operação na comunidase Cidade de Deus. De acordo com os investigadores, o traficante é apontado como um dos responsáveis pela morte do policial civil José Antônio Lourenço Junior, assassinado em maio durante ação da corporação.
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A família está há um mês sem respostas
Ele exercia a função de soldado do tráfico, responsável pela segurança das lideranças e dos pontos de venda de drogas
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Ele exercia a função de soldado do tráfico, responsável pela segurança das lideranças e dos pontos de venda de drogas

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A família está há um mês sem respostas
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A família está há um mês sem respostas

Reprodução / PCERJ

Sem filtro

Ainda que fosse considerado foragido do sistema prisional, o homem, apesar de usar um nome falso em seu perfil no Instagram, não fazia questão de esconder de seus seguidores que era um criminoso.

Com mais de 8 mil seguidores, Mangabinha costumava publicar imagens ostentando fuzis, granadas, rádios comunicadores e mensagens incitando violência armada contra policiais.

 

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