Guilherme Amado

Aras deve dizer ao STF que perdão a Daniel Silveira foi constitucional

Procurador-geral da República, Augusto Aras deve seguir posicionamento do Planalto no Supremo

atualizado

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Augusto Aras, PGR, segura a Constituição Federal
1 de 1 Augusto Aras, PGR, segura a Constituição Federal - Foto: Michael Melo/Metrópoles

O procurador-geral da República, Augusto Aras, deve seguir o posicionamento do Planalto e afirmar ao STF que o indulto presidencial ao deputado bolsonarista Daniel Silveira foi constitucional e legal. Aras tem feito essa avaliação a colegas nos últimos dias.

Na terça-feira (10/5), o Planalto e a Advocacia-Geral da União (AGU) defenderam o ato de Jair Bolsonaro em manifestação ao Supremo.

O indulto presidencial a Daniel Silveira foi decretado por Bolsonaro no último dia 21, apenas um dia após o parlamentar ter sido condenado pelo Supremo a oito anos e nove meses de prisão por ameaças antidemocráticas, inclusive a ministros do tribunal. No inquérito, a PGR pediu a condenação do bolsonarista e classificou sua conduta de “intolerável”.

Na semana seguinte à decisão que beneficiou o aliado, Bolsonaro fez um evento oficial no Planalto recheado de ataques ao STF e às eleições. O principal homenageado foi Daniel Silveira, que posou com o presidente segurando o decreto de indulto em uma moldura.

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A relação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, com o presidente Jair Bolsonaro é, de longe, uma das mais tumultuadas do cenário político brasileiro
No capítulo mais acalorado, no último 7 de Setembro, o presidente chamou o ministro de “canalha” e ameaçou afastá-lo do cargo
O motivo? Moraes expediu ordem de busca e apreensão contra bolsonaristas e bloqueou contas bancárias de entidades suspeitas de financiar atos contra o STF
“Sai, Alexandre de Moraes, deixe de ser canalha, deixe de oprimir o povo brasileiro”, disse o presidente diante de uma multidão
Meses antes, em fevereiro, Moraes havia mandado prender o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), aliado do presidente
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A relação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, com o presidente Jair Bolsonaro é, de longe, uma das mais tumultuadas do cenário político brasileiro
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A relação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, com o presidente Jair Bolsonaro é, de longe, uma das mais tumultuadas do cenário político brasileiro

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No capítulo mais acalorado, no último 7 de Setembro, o presidente chamou o ministro de “canalha” e ameaçou afastá-lo do cargo
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No capítulo mais acalorado, no último 7 de Setembro, o presidente chamou o ministro de “canalha” e ameaçou afastá-lo do cargo

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O motivo? Moraes expediu ordem de busca e apreensão contra bolsonaristas e bloqueou contas bancárias de entidades suspeitas de financiar atos contra o STF
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O motivo? Moraes expediu ordem de busca e apreensão contra bolsonaristas e bloqueou contas bancárias de entidades suspeitas de financiar atos contra o STF

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“Sai, Alexandre de Moraes, deixe de ser canalha, deixe de oprimir o povo brasileiro”, disse o presidente diante de uma multidão
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“Sai, Alexandre de Moraes, deixe de ser canalha, deixe de oprimir o povo brasileiro”, disse o presidente diante de uma multidão

Fábio Vieira
Meses antes, em fevereiro, Moraes havia mandado prender o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), aliado do presidente
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Meses antes, em fevereiro, Moraes havia mandado prender o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), aliado do presidente

Aline Massuca
O ministro Alexandre de Moraes
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O ministro Alexandre de Moraes

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O ex-presidente Jair Bolsonaro
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O ex-presidente Jair Bolsonaro

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O inquérito motivou o início de mais um round entre os dois
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O inquérito motivou o início de mais um round entre os dois

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“Tudo tem um limite. Eu jogo dentro das quatro linhas, e quem for jogar fora das quatro linhas não vai ter o beneplácito da lei. Se quiser jogar fora das quatro linhas, eu jogo também”, disse o presidente
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“Tudo tem um limite. Eu jogo dentro das quatro linhas, e quem for jogar fora das quatro linhas não vai ter o beneplácito da lei. Se quiser jogar fora das quatro linhas, eu jogo também”, disse o presidente

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