Servidores públicos prometem greve contra a reforma da Previdência

Funcionalismo promete manifestação em todo o país em 14 de junho. Nesta quinta (30/05/2019), sindicatos participam de atos pela educação

atualizado 30/05/2019 6:58

Giovanna Bembom/Metrópoles

O governo federal enfrenta a resistência dos servidores públicos na mudança das regras para os brasileiros se aposentarem. O funcionalismo participa de atos nesta quinta-feira (30/05/2019). Eles se juntarão a professores e a estudantes em uma segunda rodada de protestos contra o contingenciamento de recursos do Ministério da Educação. Ao menos 60 sindicatos apoiam o ato.

Os sindicalistas apostam que esse é um “esquenta” para uma grande manifestação marcada para 14 de junho. Nesta data, o funcionalismo pretende costurar outras medidas contra as alterações propostas pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) na Previdência. A ideia de uma greve geral tem ganhado força.

Capitaneiam o movimento a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a Federação Única dos Petroleiros (FUP) e o Sindicato dos Servidores Públicos Federais (Sindsep). Eles esperam repetir no próximo mês o mesmo efeito das manifestações de 15 de maio, quando 220 cidades receberam atos. O principal combustível para a insatisfação é que a proposta prevê uma alíquota de até 22% de contribuição para servidores públicos.

Uma das articulações dos sindicalistas é buscar apoio da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Representantes das entidades de classe pedem apoio da Igreja Católica para enfrentarem juntos a reforma da Previdência.

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