Rolou na 2ª: desmatamento dispara, dólar também; Toffoli recua

Corte da floresta brasileira subiu 29,5% em um ano. Já a moeda norte-americana fechou a R$ 4,20, maior valor nominal da história

Edmar Barros/Futura Press/Estadão Conteúdo

atualizado 18/11/2019 22:24

Nesta segunda-feira (18/11/2019), foi anunciado que o desmatamento na Amazônia subiu 29,5% entre 1º de agosto do ano passado e 31 de julho deste ano, na comparação com os 12 meses anteriores, atingindo a marca de 9.762 km². É a mais alta taxa desde 2008.

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O dólar também subiu, 0,32% no dia, e fechou a R$ 4,206, que é o maior valor nominal registrado em toda a história do Plano Real, lançado em 1994. O recorde anterior havia sido registrado durante as eleições do ano passado, em 13 de setembro de 2018, quando a moeda acabou a sessão do dia a R$ 4,1952.

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Também foi notícia o recuo do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, que tornou sem efeito decisão dele próprio que exigia acesso a relatórios de inteligência financeira dos últimos três anos referentes a 600 mil pessoas físicas e jurídicas. Proferida em outubro, a decisão vinha causando polêmica no mundo jurídico e político.

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