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Política

Carlos e Flávio pagaram débito de R$ 31 mil em espécie para corretora

Pagamento ocorreu em 2009, período em que o Ministério Público investiga supostas rachadinhas no gabinete de Flávio

12/06/2020 09:17
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Os irmãos Flávio e Carlos Bolsonaro, filhos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), usaram R$ 31 mil em espécie para pagar, em 2009, prejuízos que tiveram ao investirem na Bolsa de Valores junto a uma corretora.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, que revelou essas informações, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) investiga supostas rachadinhas no gabinete de Flávio no período.

Na ocasião, Flávio e Carlos alegaram que tiveram um prejuízo de R$ 90 mil e R$ 130 mil, respectivamente. Esse foi o valor transferido para a corretora de valores Citigroup que, segundo eles, teria realizado operações ilegais, sem o consentimento de ambos.

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Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
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Senador Flávio Bolsonaro (RJ)
Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz
Vereador do Rio Carlos Bolsonaro
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Rafaela Felicciano/Metrópoles
Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
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Igo Estrela/Metrópoles
Senador Flávio Bolsonaro (RJ)
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Senador Flávio Bolsonaro (RJ)

HUGO BARRETO/METRÓPOLES
Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz
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Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz

Reprodução/Facebook
Vereador do Rio Carlos Bolsonaro
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Vereador do Rio Carlos Bolsonaro

Reprodução / Instagram
Carlos Bolsonaro
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Carlos Bolsonaro

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Vereador do Rio Carlos Bolsonaro (Republicanos)
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Vereador do Rio Carlos Bolsonaro (Republicanos)

Divulgação/Câmara Municipal do Rio de Janeiro
Carlos Bolsonaro em foto na Câmara Municipal do Rio de Janeiro
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Carlos Bolsonaro em foto na Câmara Municipal do Rio de Janeiro

Renan Olaz/CMRJ
Vereador do Rio Carlos Bolsonaro (Republicanos)
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Vereador do Rio Carlos Bolsonaro (Republicanos)

Rafaela Felicciano/Metrópoles

Por consequência, todos os valores investidos pelos autores estariam perdidos e existiria um débito de R$ 15,5 mil para cada um, diz o processo que correu no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) obtido pelo Metrópoles.

“O autor [Flávio] afirma que não dispunha de tal valor em sua conta corrente, mas que entregou em dinheiro tal quantia [R$ 15,5 mil] para o gerente de mesa da ré, com medo de ser inscrito em órgãos de proteção ao crédito”, completa o texto.

Carlos Bolsonaro, segundo o veículo, também pagou em dinheiro os R$ 15,5 mil. O vereador é suspeito de empregar funcionários fantasmas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.