Carlos e Flávio pagaram débito de R$ 31 mil em espécie para corretora

Pagamento ocorreu em 2009, período em que o Ministério Público investiga supostas rachadinhas no gabinete de Flávio

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

Os irmãos Flávio e Carlos Bolsonaro, filhos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), usaram R$ 31 mil em espécie para pagar, em 2009, prejuízos que tiveram ao investirem na Bolsa de Valores junto a uma corretora.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, que revelou essas informações, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) investiga supostas rachadinhas no gabinete de Flávio no período.

Na ocasião, Flávio e Carlos alegaram que tiveram um prejuízo de R$ 90 mil e R$ 130 mil, respectivamente. Esse foi o valor transferido para a corretora de valores Citigroup que, segundo eles, teria realizado operações ilegais, sem o consentimento de ambos.

Carlos e Flávio pagaram débito de R$ 31 mil em espécie para corretora - destaque galeria
10 imagens
Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
Carlos e Flávio pagaram débito de R$ 31 mil em espécie para corretora - imagem 3
Senador Flávio Bolsonaro (RJ)
Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz
Vereador do Rio Carlos Bolsonaro
Carlos e Flávio pagaram débito de R$ 31 mil em espécie para corretora - imagem 1
1 de 10

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
2 de 10

Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Carlos e Flávio pagaram débito de R$ 31 mil em espécie para corretora - imagem 3
3 de 10

Igo Estrela/Metrópoles
Senador Flávio Bolsonaro (RJ)
4 de 10

Senador Flávio Bolsonaro (RJ)

HUGO BARRETO/METRÓPOLES
Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz
5 de 10

Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz

Reprodução/Facebook
Vereador do Rio Carlos Bolsonaro
6 de 10

Vereador do Rio Carlos Bolsonaro

Reprodução / Instagram
Carlos Bolsonaro
7 de 10

Carlos Bolsonaro

Reprodução/Instagram
Vereador do Rio Carlos Bolsonaro (Republicanos)
8 de 10

Vereador do Rio Carlos Bolsonaro (Republicanos)

Divulgação/Câmara Municipal do Rio de Janeiro
Carlos Bolsonaro em foto na Câmara Municipal do Rio de Janeiro
9 de 10

Carlos Bolsonaro em foto na Câmara Municipal do Rio de Janeiro

Renan Olaz/CMRJ
Vereador do Rio Carlos Bolsonaro (Republicanos)
10 de 10

Vereador do Rio Carlos Bolsonaro (Republicanos)

Rafaela Felicciano/Metrópoles

Por consequência, todos os valores investidos pelos autores estariam perdidos e existiria um débito de R$ 15,5 mil para cada um, diz o processo que correu no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) obtido pelo Metrópoles.

“O autor [Flávio] afirma que não dispunha de tal valor em sua conta corrente, mas que entregou em dinheiro tal quantia [R$ 15,5 mil] para o gerente de mesa da ré, com medo de ser inscrito em órgãos de proteção ao crédito”, completa o texto.

Carlos Bolsonaro, segundo o veículo, também pagou em dinheiro os R$ 15,5 mil. O vereador é suspeito de empregar funcionários fantasmas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.comNotícias Gerais

Você quer ficar por dentro das notícias mais importantes e receber notificações em tempo real?