Padre Robson é suspeito de receber R$ 96 milhões de associação religiosa

Promotores indicam que outro sacerdote de Trindade é sócio de rádio que recebeu R$ 96 milhões da Afipe por meio de transferências bancárias

atualizado 31/08/2020 15:40

Padre RobsonDivulgação/ Afip

O padre Robson de Oliveira, investigado na Operação Vendilhões, ainda não foi ouvido pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO).

A assessoria de comunicação do religioso deu a informação ao Mais Goiás, que é parceiro do Metrópoles, após ser questionada sobre a participação do padre Antônio Carlos de Oliveira, de 64 anos, como sócio em uma rádio de Goiânia.

Antônio Carlos, lotado como sacerdote no Santuário Basílica do Divino Pai Eterno, em Trindade, foi citado no processo do Ministério Público de Goiás (MP-GO), que investiga o padre Robson e a Associação Filhos do Pai Eterno (Afipe) por desvio de dinheiro, como sócio de uma rádio em Goiânia.

De acordo com a investigação, ele teria recebido R$ 96 milhões da Afipe (Perpétuo Socorro) por meio de 37 transferências.

Leia a reportagem completa no site Mais Goiás, que é parceiro do Metrópoles.

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