Entenda por que o STF afastou prefeito de Macapá em operação da PF
Antônio Furlan (MDB) foi afastado do cargo nesta quarta-feira (4/3), no âmbito da Operação Paroxismo, da Polícia Federal (PF)
atualizado
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O prefeito de Macapá (AP), Antônio Furlan (foto em destaque), também conhecido como Dr. Furlan (MDB), foi afastado do cargo nesta quarta-feira (4/3) após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
A prisão ocorreu no âmbito da segunda fase da Operação Paroxismo, deflagrada pela Polícia Federal (PF), que investiga a suspeita de desvio de emendas parlamentares federais destinadas à capital do Amapá.
Os recursos, conforme revelou o Metrópoles na coluna de Mirelle Pinheiro, seriam destinados à construção do Hospital Geral Municipal de Macapá.
Além de Dr. Furlan, o vice-prefeito do município foi afastado do cargo. Outros servidores públicos também foram penalizados com suspensão de 60 dias. Foram expedidos 13 mandados de busca e apreensão nas cidades de Macapá (AP), Belém (PA) e Natal (RN).
Suspeita de fraude
De acordo com a Polícia Federal, a operação investiga um suposto esquema criminoso envolvendo agentes públicos e empresários, voltado ao direcionamento de licitação, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro.
O foco das apurações é o contrato relacionado ao projeto de engenharia e à execução das obras do Hospital Geral Municipal de Macapá.
