Entenda por que o Rio de Janeiro terá novo feriadão em julho de 2025
A Prefeitura do Rio decretou ponto facultativo no dia 4 de julho devido à reunião da Cúpula dos Brics que será realizada na cidade
atualizado
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A Prefeitura do Rio de Janeiro decretou ponto facultativo em 4 de julho devido à reunião da Cúpula dos Brics, que será realizada na cidade. A data cairá em uma sexta-feira e se junta ao feriado decretado em 7 de julho, uma segunda-feira, criando, assim, um feriadão de quatro dias na capital carioca.
Segundo a prefeitura, o objetivo é diminuir a circulação de veículos e de pessoas na cidade durante a reunião do grupo de países emergentes da economia mundial, marcada para 6 e 7 de julho no Rio. Chefes de Estado e delegações de vários países estarão na cidade para participar do Brics.
O decreto, publicado em 23 de junho, diz que, em decorrência da “necessidade de garantir a segurança, a mobilidade e a fluidez viária nas regiões diretamente afetadas pelas atividades oficiais do evento, bem como a adoção de medidas excepcionais pelos órgãos de segurança e trânsito, incluindo o possível bloqueio de vias, alteração de itinerários e restrição de acesso em áreas estratégicas”, será estabelecido ponto facultativo.
Quem terá ponto facultativo
Segundo o decreto, o ponto facultativo em 4 de julho valerá para repartições públicas municipais. Ficam excluídas desta previsão os expedientes nos órgãos cujos serviços não permitam paralisação.
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) editará resolução regulamentando o expediente nas unidades de saúde da rede pública municipal para a data.
Além dos servidores públicos municipais, a dispensa do trabalho dependerá da decisão do empregador.
Como fica o funcionamento no feriado
De acordo com o texto publicado em 15 de abril sobre a folga em 7 de julho, não será feriado para os seguintes estabelecimentos, que deverão funcionar regularmente:
- Comércio de rua;
- Bares e restaurantes;
- Hotéis, hospedarias e pousadas;
- Centros e galerias comerciais e shopping centers;
- Estabelecimentos culturais como teatros, cinemas e bibliotecas;
- Pontos turísticos;
- Empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens, bem como empresas programadoras e de produção de televisão por assinatura;
- Indústrias localizadas nas Áreas de Planejamento (AP’s) 3, 4 e 5;
- Padarias;
- Estabelecimentos que desenvolvam as atividades através de trabalho remoto;
- Estabelecimentos prestadores de serviços e atividades essenciais.
O decreto detalha o que é considerado serviços e atividades essenciais:
- Serviços de saúde, públicos ou privados, como hospitais, clínicas, postos de saúde e serviços de atendimento móvel de urgência
- Serviços de segurança privada, incluindo vigilância patrimonial
- Serviços de transporte público
- Serviços de coleta de lixo, limpeza urbana, varrição e demais serviços de manejo de resíduos sólidos
- Estabelecimentos nos quais se desenvolvam atividades e exercícios físicos
- Serviços funerários
- Estabelecimentos atacadistas, bem como os que realizem o armazenamento e a distribuição de produtos
