Um dos suspeitos de assassinar a vereadora Marielle Franco (PSol) e o seu motorista, Anderson Gomes, era um colecionador de armas. Em um dos quartos da casa de Ronnie Lessa, militar da reserva, foram encontrados armamentos expostos em prateleiras (imagem em destaque). As informações são do G1.

No mesmo local, a polícia também achou um artefato semelhante a uma bomba-relógio (imagem abaixo). O material foi apreendido pelos agentes da Polícia Civil e enviado para a perícia, que atestou serem somente réplicas.

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Suspeitos
O policial militar reformado Ronnie Lessa, 48 anos, foi detido na última terça-feira (12/3). Ele seria a pessoa que efetuou os disparos contra a vereadora. O segundo suspeito, o ex-PM Élcio Vieira de Queiroz, 46, estaria, segundo as diligências, ele estaria dirigindo o carro usado no dia do crime.

O sargento Lessa, preso em casa, morava no mesmo condomínio onde o presidente Jair Bolsonaro (PSL) tem um imóvel, na Barra da Tijuca. Ele entrou na lista de suspeitos após ser vítima de uma emboscada, em 28 de abril, 30 dias depois do assassinato da vereadora.

Um ano sem Marielle
O Rio de Janeiro recebeu diveras homenagens na última quinta-feira (14/3), quando completou um ano do assassinato de Marielle. Em ato simbólico, girassóis foram colocados na escadaria do Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa (Alerj), e na Câmara dos Vereadores, onde Marielle tinha mandato.

Em meio a várias manifestações nas ruas da capital carioca, uma missa foi celebrada na Igreja da Candelária, com participação da família da vereadora e do deputado federal Marcelo Freixo (PSol).