Foragido suspeito de participar de emboscada palmeirense é preso em SP
O suspeito foi preso no bairro da Barra Funda, na zona oeste de SP. Ele tem um mandado de prisão pelo crime de homicídio ligado a emboscada
atualizado
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Um homem foragido, suspeito de participar da emboscada palmeirense que matou um torcedor do Cruzeiro em outubro do ano passado, foi preso nesta quarta-feira (1°/10), na Barra Funda, zona oeste de São Paulo.
Segundo a Polícia Militar (PM), equipes realizavam patrulhamento na região quando abordaram um veículo do modelo Corsa, da cor preta, na Avenida Nicolas Boer. Após consultarem no sistema, os agentes constataram que o motorista do carro, identificado como Alexandre Santos Medeiros, era procurado pela Justiça pelo crime de homicídio e tinha dois mandados de prisão em aberto.
Veja vídeo da prisão:
O homem foi detido e encaminhado ao 91° Distrito Policial (Ceagesp), onde está à disposição da Justiça.
Emboscada da Mancha alvi Verde
- Por volta das 5h do dia 27 de outubro de 2024, no km 65 da Rodovia Fernão Dias, trecho de Mairiporã, na região metropolitana de São Paulo, membros da Mancha alvi Verde, torcida do Palmeiras, fizeram uma emboscada para torcedores do Cruzeiro.
- Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) foram acionados para a ocorrência e, no local, encontraram um ônibus incendiado e outro depredado.
- Rojões, barras de ferro, madeiras e fogos de artifício foram apreendidos.
- O MPSP aponta que a emboscada foi motivada por vingança a um ataque semelhante que ocorreu em 28 de setembro de 2022.
- Como mostrado pelo Metrópoles, a organizada palmeirense teria monitorado e interceptado os cruzeirenses, que viajavam em dois ônibus na Rodovia Fernão Dias.
- Os torcedores mineiros voltavam de Curitiba, no Paraná, onde o Cruzeiro jogou contra o Athletico Paranaense.
- Os membros da Mancha alvi Verde são investigados pela Polícia Civil e vão responder criminalmente por homicídio, incêndio, associação criminosa, lesão corporal e promover tumulto, assim como praticar ou incitar a violência em eventos esportivos.
- O Ministério Público paulista também investiga a torcida organizada do Palmeiras como facção criminosa.










