Netanyahu elogia Trump e cita América Latina no “eixo americano”
Nesse sábado (3/1), Netanyahu já havia parabenizado Trump em uma mensagem publicada nas redes sociais
atualizado
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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, expressou apoio ao governo dos Estados Unidos, neste domingo (4/1), após os ataques à Venezuela que resultaram na captura do presidente Nicolás Maduro. Segundo o premiê, trata-se de uma ação “determinada” que busca restaurar a liberdade e a justiça no país venezuelano.
“Devo dizer que, neste momento, estamos testemunhando uma transformação em toda a América Latina; diversos países estão retornando ao eixo americano e, não surpreendentemente, a uma conexão com o Estado de Israel”, afirmou Netanyahu.
Captura
- Os Estados Unidos atacaram, nesse sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela.
- O presidente norte-americano, Donald Trump, confirmou a captura do presidente Nicolás Maduro e da esposa dela, Cilia Flores.
- Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.
A declaração foi feita no início da reunião do governo israelense, quando ele reforçou as congratulações ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
“Saudamos isso. Parabenizamos o Presidente Trump por sua decisão. Saudamos também as forças militares americanas que realizaram uma operação perfeita. Sabemos reconhecer tais feitos”, reforçou Netanyahu.
Nesse sábado, Netanyahu já havia parabenizado Trump em uma mensagem publicada nas redes sociais: “Parabéns, presidente Donald Trump, por sua liderança corajosa e histórica em prol da liberdade e da justiça. Saúdo sua determinação e a brilhante atuação dos seus bravos soldados.”
Maduro seguirá preso enquanto aguarda julgamento pelos crimes de narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas. A acusação prevê pena mínima de 20 anos de prisão, podendo chegar à prisão perpétua, conforme denúncia apresentada em Nova York.
Ele passou a madrugada de domingo no Centro de Detenção Metropolitano (MDC), no Brooklyn, conhecido como a “prisão dos famosos”, que abriga mais de 1,3 mil detentos.



