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Uma das estreias brasileiras mais aguardadas do segundo semestre, O Doutrinador chega aos cinemas narrando as missões sanguinolentas de um anti-herói vivido por Kiko Pissolato, cuja especialidade é caçar políticos e empresários corruptos.

O longa, dirigido por Gustavo Bonafé (Legalize Já: Amizade Nunca Morre), adapta para a telona as histórias em quadrinhos de Luciano Cunha, lançadas em 2013 em meio a Jornadas de Junho. O Metrópoles esteve em São Paulo, onde o filme foi rodado, para entrevistar elenco e produção sobre a versão cinematográfica da HQ e os desafios de se fazer cinema pop no país em meio ao período de eleições.

Identidade verdadeira do vigilante, Miguel, agente da Divisão Armada Especial, e a hacker Nina (Tainá Medina) começam uma cruzada contra a ala podre do poder após a filha pequena do policial morrer por falta de atendimento em um hospital de uma grande metrópole brasileira. Seus alvos são os investigados na Operação Linfoma, que apura desvios de dinheiro público antes destinado à saúde.

Conversamos com Pissolato e Medina, atores principais de O Doutrinador, os roteiristas Gabriel Wainer e Luciano Cunha, também autor das HQs, o diretor Gustavo Bonafé e a produtora Renata Rezende.