Na Mira

Vítima de feminicídio no DF pediu medida protetiva antes de ser morta

Pâmella Rangel denunciou o companheiro por agressão, mas em março de 2025. Cinco meses depois, foi assassinada com uma facada no peito

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

Imagem cedida ao Metrópoles
VERSÃO DE WARLEY FERREIRA MARTINS - TESTEMUNHA, Também ouvido sobre os fatos em apuração, WARLEY FERREIRA MARTINS , igualmente compromissado na forma da lei, respondeu QUE: na data de hoje, 23/08/2025, por volta das 22h30, estava dentro de sua casa acompanhado de sua esposa FLAVIANA PEREIRA MENDES, quando escutou um barulho muito grande na casa vizinha. Que ao saírem de casa, viu o portão de passagem de carros da entrada da chácara onde reside PÂMELLA MARIA ROCHA RANGEL ao chão. Que ouviu gritos de PÂMELLA pedindo socorro para a mãe dela, dizendo: "socorro mãe". Que logo sem seguida viu um homem pardo, aproximadamente, atura mediana, sem camisa, saindo da casa com o celular na mão, dizendo; "me perdoa, me perdoa pelo que ei fiz". Que em seguida o homem saiu sentido Setor Norte de Brazlândia, pela lateral do cemitério. Que foi até a casa de PÂMELLA e deparou-se com ela em cima da cama com sangramento no peito. Que sal esposa solicitou a polícia militar e corpo de Bombeiros Militar por volta das 22h42min. Que não conhecia o autor, não tinha convivência com ele, consegue reconhece-lo por fotos ou pessoalmente caso volte a vê-lo.
1 de 1 VERSÃO DE WARLEY FERREIRA MARTINS - TESTEMUNHA, Também ouvido sobre os fatos em apuração, WARLEY FERREIRA MARTINS , igualmente compromissado na forma da lei, respondeu QUE: na data de hoje, 23/08/2025, por volta das 22h30, estava dentro de sua casa acompanhado de sua esposa FLAVIANA PEREIRA MENDES, quando escutou um barulho muito grande na casa vizinha. Que ao saírem de casa, viu o portão de passagem de carros da entrada da chácara onde reside PÂMELLA MARIA ROCHA RANGEL ao chão. Que ouviu gritos de PÂMELLA pedindo socorro para a mãe dela, dizendo: "socorro mãe". Que logo sem seguida viu um homem pardo, aproximadamente, atura mediana, sem camisa, saindo da casa com o celular na mão, dizendo; "me perdoa, me perdoa pelo que ei fiz". Que em seguida o homem saiu sentido Setor Norte de Brazlândia, pela lateral do cemitério. Que foi até a casa de PÂMELLA e deparou-se com ela em cima da cama com sangramento no peito. Que sal esposa solicitou a polícia militar e corpo de Bombeiros Militar por volta das 22h42min. Que não conhecia o autor, não tinha convivência com ele, consegue reconhece-lo por fotos ou pessoalmente caso volte a vê-lo. - Foto: Imagem cedida ao Metrópoles

A mulher de 21 anos, vítima do feminicídio ocorrido no sábado (23/8) em Brazlândia, havia pedido, em novembro do ano passado, uma medida protetiva. Na ocasião, Pâmella Maria Rocha Rangel (foto em destaque) denunciou o companheiro de 42 anos por lesão corporal.

No entanto, em março de 2025, ela pediu a revogação das medidas, pois havia reatado o relacionamento com o agressor, Flávio do Nascimento Santos.


Mais detalhes do caso:

  • Pâmella foi morta com uma facada no peito, dentro da casa dela, na Chácara Pedacinho do Céu, que fica próximo ao cemitério de Brazlândia.
  • No ataque, um vizinho ouviu os gritos de socorro da vítima. Ela teria clamado: “Socorro, mãe”.
  • Em seguida, a testemunha viu um homem sem camisa, saindo da casa com um celular na mão e dizendo: “Me perdoa, me perdoa pelo que eu fiz”.
  • Preocupado, o vizinho foi até a casa da jovem e a encontrou na cama. Ele e a esposa acionaram a Polícia Militar do DF (PMDF) e o Corpo de Bombeiros (CBMDF).
  • A vítima foi socorrida pelo CBMDF e levada ao Hospital Regional de Brazlândia, mas não resistiu aos ferimentos.
  • Horas depois, um primo de Pâmella fez uma postagem nas redes sociais falando que dias antes do crime, a jovem havia sido ameaçada.
  • Na publicação, ele diz: “Todos avisaram, mas, como sempre, ele fez a cabeça dela e acabou em tragédia.”

Veja algumas imagens:

Vítima de feminicídio no DF pediu medida protetiva antes de ser morta - destaque galeria
3 imagens
Mulher morta a facadas pelo companheiro
Flávio do Nascimento Santos, 42 anos
Primo da vítima relatou que "todos avisaram" da conduta do criminoso
1 de 3

Primo da vítima relatou que "todos avisaram" da conduta do criminoso

Reprodução
Mulher morta a facadas pelo companheiro
2 de 3

Mulher morta a facadas pelo companheiro

Reprodução / Redes sociais
Flávio do Nascimento Santos, 42 anos
3 de 3

Flávio do Nascimento Santos, 42 anos

Imagem cedida ao Metrópoles

“Acho que matei sua filha”

Segundo o feminicida, Pâmella falou algo que não conseguiu compreender. Em um momento de fúria descontrolada, Flávio pegou uma faca que estava sobre a pia e desferiu um golpe fatal no peito da jovem.

Logo após o crime, em meio ao desespero, ele acionou a mãe e a irmã de Pâmella, pedindo socorro e confessando: “Acho que matei sua filha”. Em seguida, saiu da residência completamente desorientado.

Pouco mais de duas horas depois do feminicídio, uma viatura da PMDF localizou Flávio próximo ao cemitério, após ser acionada para atender uma denúncia de violência doméstica.

Em depoimento na 18ª Delegacia de Polícia (Brazlândia), que investiga o caso, Flávio afirmou que estava sob efeito de maconha quando, ao chegar à casa de Pâmella, iniciou uma discussão por causa de drogas.

 

 

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.comDistrito Federal

Você quer ficar por dentro das notícias do Distrito Federal e receber notificações em tempo real?