A Brasília dos pioneiros anônimos. Você conhece alguma dessas pessoas?

O Metrópoles selecionou 30 fotografias de desconhecidos que ajudaram a construir a cidade entre 1958 e 1982

Arquivo Público do DFArquivo Público do DF

atualizado 21/04/2018 12:23

Abraçada por mais de 3 milhões de habitantes que escolheram viver – e atualmente moram – em Brasília e no Entorno do DF, a capital do país completa 58 anos neste sábado (21/4). Reverenciada pelos trabalhos do urbanista Lucio Costa e do arquiteto Oscar Niemeyer e lembrada pela ousadia do ex-presidente Juscelino Kubitschek, a cidade esconde milhares de rostos anônimos tão importantes quanto seus criadores.

O Metrópoles selecionou 30 fotos do acervo do Arquivo Público do Distrito Federal (ArPDF) para lembrar um pouco da história e perguntar: você conhece alguma dessas pessoas? Imagina quem eles são? Tem parentes que participaram da construção da capital nos primeiros anos?

Na galeria abaixo, há dezenas de pessoas que, literalmente, suaram, pensaram, viveram e construíram Brasília. Os registros vão desde 1958, passando pelas décadas de 1960 e 1970, até 1982. São fotografias de trabalhadores, operários, famílias e crianças em locais diversos, como as próprias construções, casas, ruas, comércios e bancos. Em muitas delas, não há data precisa, apenas uma estimativa feita pelo ArPDF de quando o registro foi realizado.

 

Sobre o Arquivo Público do DF
Esse resgate de memória está eternizado no ArPDF. Criado em 1985, o espaço é responsável por planejar e coordenar o recolhimento de documentos produzidos pelo Poder Executivo, assim como outros de acervos privados e de interesse público. Só de imagens, há 1.419.868 disponíveis, entre ampliações fotográficas, eslaides, negativos e nato-digitais.

A missão do Arquivo Público do DF é preservar o material e colocá-lo à disposição da sociedade. O local reúne – em documentos textuais, audiovisuais, cartográficos e outros formatos – a história da capital, desde o período de interiorização até a sua construção e o momento atual.

O local é aberto ao público e a consulta ao acervo pode ser feita de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, sem intervalo de almoço.

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