
Igor GadelhaColunas

Hospital diz a Moraes que Bolsonaro deve ficar internado por 14 dias
Em resposta a ofício de Moraes, hospital afirmou que Jair Bolsonaro teve problema renal “agudo” e tomou três classes de antibiótico
atualizado
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O ministro do STF Alexandre de Moraes mandou um ofício para o hospital onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está internado em Brasília, perguntando sobre o estado de saúde do ex-mandatário.
O documento, segundo fontes ouvidas pela coluna, chegou à unidade na quarta-feira (18/3) e já foi respondido. Bolsonaro está internado no hospital de luxo “DF Star“, que integra a Rede D’or.
Na resposta, o hospital enviou o prontuário e um relatório médico sobre o estado de Bolsonaro. Neles, a unidade informou que o ex-presidente precisa ficar internado por 14 dias, contados a partir da data da internação.
O relatório, segundo apurou a coluna, explica que Bolsonaro precisa ficar hospitalizado por esse período para concluir o ciclo dos remédios. O ex-presidente tomou três classes de antibiótico desde que foi internado.
No oficio, segundo apurou a coluna, o DF Star informa ainda que Bolsonaro teve um problema renal “agudo”, mas que já melhorou e está consciente, estável e sem necessidade de respirador.
Bolsonaro foi levado às pressas do presídio da Papudinha, onde está detido, para o DF Star na sexta-feira (13/3) após passar mal. O ex-presidente foi diagnosticado com um quadro de pneumonia por broncoaspiração.
Bolsonaristas apostam em prisão domiciliar
A coluna apurou que diretores do hospital informaram a Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho mais velho do ex-presidente, sobre o ofício em que Moraes questionou o estado de saúde do pai do senador.
A resposta enviada pela unidade hospitalar deixou lideranças bolsonaristas esperançosas de que Moraes vai finalmente autorizar a transferência de Jair Bolsonaro da Papudinha para a prisão domiciliar.
Nos últimos dias, aliados e familiares do ex-presidente procuraram o ministro do STF para reforçar o apelo pela prisão domiciliar. Entre eles, o próprio Flávio e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).





