Com Bruna Lima, Eduardo Barretto e Naomi Matsui

Após Huck e Amoêdo desistirem, Mandetta diz que Doria terá que mostrar no que tem a somar

Mandetta comentou sobre a movimentação de Rodrigo Pacheco para 2022 e criticou discussão sobre voto impresso

atualizado 17/06/2021 11:51

Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia (CPIPANDEMIA) realiza oitiva do ex-ministro de Estado da Saúde Luiz Henrique MandettaJefferson Rudy/Agência Senado

Para a construção de uma candidatura de terceira via, capaz de derrotar Lula e Jair Bolsonaro, o governador de São Paulo, João Doria, tem que mostrar no que tem a somar aos demais candidatos que tentam construir um projeto unificado. A avaliação é do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, nome que desde o começo do ano vem tentando reunir numa única candidatura os presidenciáveis que almejam ao voto de centro.

Em entrevista à coluna, Mandetta analisou a desistência de João Amoêdo e Luciano Huck, contou bastidores do funcionamento do grupo de WhatsApp dos presidenciáveis, e reiterou que as discussões internas do PSDB, que terá prévias para candidato a presidente em outubro, não podem travar as discussões dos demais partidos que disputam o centro.

Mandetta comentou ainda sobre a movimentação de Rodrigo Pacheco para se candidatar a presidente da República, e criticou o enviesamento na discussão sobre o voto impresso, e negou que tenha planos de mudar seu domicílio eleitoral para o Rio de Janeiro. Assista à íntegra da entrevista.

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