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CLDF: oposição costura acordo e indica Ricardo Vale para vice de Wellington Luiz

Bloco que conta com seis deputados fechou acordo com Wellington Luiz (MDB), um dos candidatos à Presidência da CLDF

atualizado

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Michael Melo/Metrópoles
Ricardo Vale
1 de 1 Ricardo Vale - Foto: Michael Melo/Metrópoles

O bloco da oposição que vai compor a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) a partir de 2023 costurou um acordo e indicou o deputado eleito Ricardo Vale (PT) para ser vice-presidente da Casa. O trato foi fechado com Wellington Luiz (MDB) — um dos candidatos à Presidência da Casa.

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No próximo mandato, a oposição será composta por seis parlamentares: Ricardo Vale (PT); Chico Vigilante (PT); Gabriel Magno (PT); Fábio Felix (PSol); Max Maciel (PSol); e Dayse Amarílio (PSB).

Segundo o próprio Ricardo, a indicação foi uma decisão de todos. “O bloco fechou com o Wellington e, se ele conseguir uma maioria, a chance de a gente conseguir a vice-Presidência é boa”, disse à coluna. Porém, ele destacou que as negociações ainda estão em andamento. “Não temos a vitória como certa, estamos construindo”.

Wellington Luiz também confirmou o pacto. “A gente avançou muito em relação à participação dos seis deputados de oposição. Eles ficaram à vontade para apresentar um nome”, revelou.

A oposição também vai pedir que seja indicada para a Presidência de algumas comissões. Segundo Fábio Felix, também membro do bloco, as negociações vão nesta direção. “A esquerda tem que ficar com a vice-Presidência pela força que temos. E o MDB reivindica indicar o presidente. Além disso, tem que distribuir a gestão das comissões numa lógica que respeitem o direito à oposição. Não vamos aceitar ser atropelados”, disse.

Corrida à Presidência da CLDF

Depois que Hermeto Neto (MDB) desistiu de concorrer ao cargo de presidente da CLDF, dois nomes restaram na corrida: Iolando (MDB) e Wellington Luiz.

Por enquanto, Wellington desponta como favorito. No cenário atual, a futura oposição composta por seis deputados está pendendo para o lado de Wellington, assim como parte da base do governador Ibaneis Rocha (MDB). Nas contas do ex-presidente da Codhab e seus apoiadores, já seriam pelo menos 16 dos 24 votos.

Pelo lado de Iolando, a corrida é para conseguir converter algumas opiniões. Com apoio do Centrão e de uma outra pequena parte da base do governador, ele tem em conta pelo menos os oito que ainda não se comprometeram com Wellington e quer manter a candidatura até o fim.

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