Depois de agressão a porteiro, Bessa será mantido longe do GDF

O ex-deputado federal foi um dos apoiadores da campanha de Ibaneis Rocha e chegou a ser anunciado como chefe do GSI

Myke Sena/Especial para o MetrópolesMyke Sena/Especial para o Metrópoles

atualizado 20/11/2019 13:35

O ex-deputado federal Laerte Bessa (PL) dava como certo um posto na cúpula do GDF.

Ele foi um dos apoiadores da campanha de Ibaneis Rocha (MDB).

Durante a transição, chegou a ser anunciado como chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Mas, na época, Ibaneis revisou a decisão de criar a pasta. E Bessa ficou na geladeira.

Na semana passada, Bessa agrediu Daniel Cardoso, porteiro que trabalhava no prédio onde mora o delegado aposentado, em Águas Claras.

O episódio foi filmado e revelado primeiro pela coluna. Logo, toda a imprensa reverberou as cenas chocantes.

Muita gente perguntou se existiria punição cabível. Tudo dependerá de uma possível abertura de processo e do ritmo dessa eventual ação na Justiça.

Mas houve, pelo menos, uma consequência sumária. Pessoas próximas a Ibaneis dizem que as chances de o delegado ser puxado para perto ficaram minúsculas.

SOBRE OS AUTORES
Lilian Tahan

Dirige desde setembro de 2015 o site de notícias Metrópoles. É formada em comunicação social pela Universidade de Brasília (UnB), com especialização em jornalismo digital e gestão de empresa de comunicação pela ISE Business School, instituição vinculada à Universidade de Navarra, na Espanha. Antes do Metrópoles, trabalhou por 12 anos no Correio Braziliense e dois anos na revista Veja Brasília. Ao longo da carreira, conquistou prestigiados prêmios de jornalismo, como Esso, Embratel, CNT, CNI, AMB, MPT, Engenho.

Isadora Teixeira

Formada pelo Centro Universitário Iesb, atua como repórter do Metrópoles desde 2017. Na editoria de Cidades, cobre assuntos políticos relacionados ao Distrito Federal

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