Queiroga aplica dose de reforço da Covid no general Augusto Heleno

Imunizante foi aplicado em Unidade Básica de Saúde na Asa Norte, em Brasília, durante a manhã desta quinta-feira (14/10)

atualizado 14/10/2021 12:21

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, aplicou, nesta quinta-feira (14/10), a dose de reforço no general Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

O imunizante foi aplicado em uma Unidade Básica de Saúde na Asa Norte, em Brasília, durante a manhã. A vacina administrada foi a da Pfizer, recomendada pelo Ministério da Saúde para a imunização de reforço.

“Ele é jovem, com mais de 60 anos, e tomou a vacina no começo da campanha. Já faz mais de seis meses que ele tomou a segunda dose. O governo federal já iniciou a aplicação de uma dose adicional com a vacina Pfizer. É muito importante para manter a defesa, porque nós podemos ter variantes desse vírus. O senhor agora está bem mais seguro”, pontuou Queiroga.

O ministro Heleno disse estar “honrado” por ser vacinado por Marcelo Queiroga, e enalteceu os números da campanha contra a Covid-19 no Brasil, que já imunizou 100 milhões de pessoas.

“Me sinto gratificado de saber que a massa de brasileiros já está vacinada. Vamos caminhar para o número de praticamente toda a população. Isso pra nós é muito gratificante. Acusações injustas foram feitas, estão se desfazendo ao longo do tempo”, disse.

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Vacinação de autoridades

Não é a primeira vez que Marcelo Queiroga aplica vacinas contra a Covid-19 em membros do governo federal. Em julho, ele imunizou os ministros Fábio Faria, das Comunicações; Luiz Eduardo Ramos, da Casa Civil; e Wagner Rosário, da Controladoria-Geral da União (CGU).

Também no mês de julho, Queiroga vacinou os ministros da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, da Advocacia-Geral da União, André Mendonça, e do Tribunal de Contas da União Jorge Oliveira.

Em junho, ele aplicou vacinas nos ministros da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, e nos presidentes da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, e do Banco Central, Roberto Campos Neto.

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