Randolfe: CPI pediu operação por não conseguir contratos da Precisa

CPI da Covid-19 tentou obter documentos relacionados à intermediação com a Bharat Biotech e contratos para compra da vacina Covaxin

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Senadores Randolfe Rodrigues (Rede AP), Simone Tebeb (MDB MS) e Humberto Costa (PT PE), falam com à imprensa ao final da CPI da COVID-19
1 de 1 Senadores Randolfe Rodrigues (Rede AP), Simone Tebeb (MDB MS) e Humberto Costa (PT PE), falam com à imprensa ao final da CPI da COVID-19 - Foto: Igo Estrela/Metrópoles

O vice-presidente da CPI da Covid-19, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), disse, nesta sexta-feira (17/9), que a comissão precisou recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para a Polícia Federal executar busca e apreensão na sede da Precisa Medicamentos “devido às infrutíferas tentativas” de obter documentos da empresa.

“Essa ação foi necessária devido às inúmeras tentativas que a CPI teve de buscar o original do contrato [da aquisição da vacina] e o contrato entre a Precisa Medicamentos e a Bharat Biotech para a vinda da a Covaxin ao Brasil. Todas as tentativas foram infrutíferas. Em decorrência disso, tivemos que recorrer a essa medida judicial”, disse.

Os mandados, autorizados pelo ministro Dias Toffoli, do STF, foram cumpridos em Barueri e em Itapevi, no estado de São Paulo.

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Sessão da CPI da Covid-19
Randolfe também pediu que a PF providencie proteção ao motoboy
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Francisco Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos, na CPI da Covid-19
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Francisco Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos, na CPI da Covid-19

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Edilson Rodrigues/Agência Senado

A Precisa intermediou as negociações do laboratório do Bharat Biotech com o Ministério da Saúde em relação à venda da vacina indiana Covaxin. O governo pretendia comprar 20 milhões de doses do imunizante contra a Covid-19, por meio de um contrato de R$ 1,6 bilhão, sob suspeita de superfaturamento.

Após as denúncias virem à tona, o contrato foi cancelado.

Em nota, os advogados Ticiano Figueiredo e Pedro Ivo Velloso, que fazem a defesa da Precisa Medicamentos, compararam as ações da CPI da Covid-19 ao modus operandi da Lava Jato: “Agressivas e midiáticas”.

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