Anvisa apresenta ao STF ameaças feitas a técnicos e diretores

O relato foi determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, que deu prazo de 48 horas para que órgão e governo prestem esclarecimentos

atualizado 25/12/2021 20:06

Diretor presidente da ANVISA, Antonio Barra TorresGustavo Moreno/Especial Metrópoles

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) entregou na sexta-feira (24/12), ao Supremo Tribunal Federal (STF) todas as informações existentes sobre as ameaças feitas a diretores e técnicos do órgão regulador, referentes à vacinação contra Covid-19 para uso por crianças de 5 a 11 anos.

A resposta foi protocolada às 15h25 e com o tudo que foi pedido pelo ministro Alexandre de Moraes a respeito das ameaças, segundo a assessoria do órgão.

Com isso, a agência cumpriu o prazo determinado por Moraes, de 48 horas, para que tanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) quanto o diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres prestassem as informações.

Como a decisão foi tomada na sexta, o governo tem até este domingo (26/12) para apresentar seu relato.

O teor da resposta da Anvisa é mantido em sigilo pelo órgão e também pelo STF. Até o fim da tarde deste sábado, ainda não se tem informação se o presidente já forneceu as explicações.

Os dois foram chamados a prestar esclarecimentos sobre o fato de Bolsonaro ter dito que pediria a divulgação dos nomes dos responsáveis por autorizar a vacinação de crianças de 5 a 11 anos.

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