Abin responde à CPI sobre “guerra química” citada por Bolsonaro

Diretor-geral da agência afirma que as hipóteses levantadas pelo presidente são de “amplo domínio público”

atualizado

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Alexandre Ramagem
1 de 1 Alexandre Ramagem - Foto: Igo Estrela/Metrópoles

Em resposta à CPI da Covid, o diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem, afirmou serem de “amplo domínio público” as hipóteses levantadas pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre a suposta criação do novo coronavírus em laboratório pela China, em uma espécie de “guerra química“.

Segundo a Abin, nenhuma informação foi encaminhada pela agência ao presidente sobre o assunto. Antes de responder, Ramagem fez uma contextualização citando reportagens de veículos de imprensa brasileiros, citando a possível origem do vírus como sendo o país asiático.

O diretor da agência ainda sustentou que o “último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 30 de março de 2021 traz expressamente as hipóteses da fala do presidente da República”.

“Embora o relatório tenha inicialmente considerado a hipótese do laboratório menos provável, sugerindo a descontinuidade dessa linha da pesquisa, após objeção de vários países, o diretor-geral Tedros Adhanom Ghebreyesus acabou voltando atrás para tornar a incluir essa hipótese como oficial das pesquisas da OMS”, defendeu o diretor.

Confira o documento na íntegra:

Resposta da Abin by Metropoles on Scribd

A resposta partiu de requerimento do senadores Tasso Jereissati (PSDB-CE) e de Omar Aziz (PSD-AM), presidente da CPI da Covid, apresentado ao colegiado em 6 de maio.

Na ocasião, Tasso classificou a fala de Bolsonaro como uma das “mais graves e sérias” que já viu um mandatário do país fazer. “Se não for verdade, estamos fazendo uma injúria, uma calúnia ao maior fornecedor de vacinas”, disse o tucano.

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