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No STF, Anderson Torres chama minuta do golpe de “minuta do Google”

O ex-ministro afirmou que o documento era para ter sido “destruído” há muito tempo e que continha diversos erros

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1 de 1 Imagem colorida de homem usando terno - Foto: Reprodução/TV Justiça

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retomou, nesta terça-feira (10/6), os interrogatórios dos réus na ação penal que investiga a suposta trama golpista para reverter o resultado das eleições presidenciais de 2022, vencidas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Anderson Torres, um dos depoentes, afirmou que não se lembrava de ter recebido a minuta do golpe e, brincou, dizendo que seria uma “minuta do Google”, que estaria disponível para buscas na internet.

Ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres afirmou que apenas se lembrou da minuta do golpe quando o texto foi “apreendido pela Polícia Federal”.

“Na verdade, ministro, não é a minuta do golpe, eu brinco que é a minuta do Google, porque tá no Google até hoje. Esse documento foi entregue no meu gabinete no Ministério da Justiça e eu levava diariamente duas pastas para a minha residência, uma delas contendo a agenda do dia e outra com documentos gerais que vinham no ministério.”


Interrogatório no STF

  • Os interrogatórios começaram na segunda (9/6) e vão até sexta-feira (13/6).
  • Todos os réus precisam estar presentes na Primeira Turma do STF para responderem às perguntas da Procuradoria-Geral da República (PGR) e dos ministros da turma. Mesmo os que já prestaram esclarecimentos, como Mauro Cid e Alexandre Ramagem, devem estar presentes durante o restante das audiências.
  • Único que não participará presencialmente é o general Walter Souza Braga Netto, que segue preso no Rio de Janeiro e, por isso, prestará depoimento por videoconferência.
  • Tenente-coronel e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid foi o primeiro a ser interrogado, por ser o delator do caso.

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Paulo Gonet Branco, PGR
Alexandre de Moraes, ministro do STF
Tenente-coronel Mauro Cid durante sessão no STF
Tenente-coronel Mauro Cid durante sessão no STF
Ex-presidente Jair Bolsonaro durante sessão no STF
Interrogatórios dos réus da Ação Penal (AP) 2668
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Paulo Gonet Branco, PGR
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Alexandre de Moraes, ministro do STF
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Julgamento da trama golpista no STF
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General Augusto Heleno durante sessão no STF
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General Augusto Heleno durante sessão no STF

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Ex-comandante da Marinha almirante Almir Garnier Santos
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Ex-comandante da Marinha almirante Almir Garnier Santos

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Almirante Almir Garnier
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Tenente-coronel Mauro Cid

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Ex-presidente Jair Bolsonaro durante sessão no STF
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Alexandre Ramagem durante sessão no STF
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Alexandre Ramagem durante sessão no STF

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Paulo Gonet, da PGR, e Alexandre de Moraes, do STF
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Paulo Gonet, da PGR, e Alexandre de Moraes, do STF

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Ministro Alexandre de Moraes, do STF
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Almir Garnier, ex-comandante da Marinha
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Alexandre de Moraes ministro do STF
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Ele completou afirmando que “estava díficil trabalhar”, porque recebia muitas “minutas, ideias e uma série de coisas pelo WhatsApp, papel”.

O ex-ministro afirmou que o documento era para ter sido “destruído” há muito tempo e que continha diversos erros de português.

Depoimentos

Nessa segunda-feira (9/6), foram ouvidos o tenente-coronel Mauro Cid e o ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Alexandre Ramagem – atualmente deputado federal.

Os réus foram divididos em grupos de acordo com a atuação de cada um deles.

Já a sessão desta terça começou às 9h. Os trabalhos foram retomados com o depoimento do ex-comandante da Marinha almirante Almir Garnier Santos, que negou ao ministro Alexandre de Moraes ter visto a minuta de golpe de Estado.

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