Mulher acusada de racismo no Paraná diz que “brincou” com segurança

“Ainda bem que agora a gente tem um preto na Câmara. Preto tem que ser serviçal”, teria dito ela ao homem quando ele lhe deu um copo d’água

atualizado

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Carlos Costa/Divulgação/CMC
Mulher racista na Câmara Municipal de Curitiba
1 de 1 Mulher racista na Câmara Municipal de Curitiba - Foto: Carlos Costa/Divulgação/CMC

Anoema Lopes Sant’Anna, de 69 anos, acusada de racismo por um segurança da Câmara Municipal de Curitiba (CMC) disse, nesta quinta-feira (8/12), que “brincou” com o profissional ao se referir a ele. À Banda B, minutos após deixar a delegacia, a mulher afirmou que o segurança “mentiu” em relatos dados à reportagem mais cedo.

Funcionário terceirizado da CMC, Marcelo Melo disse à Banda B que ouviu palavras de cunho racista da mulher ao entregar um copo d’água solicitado por ela. “Ainda bem que agora a gente tem um preto na Câmara. Preto tem que ser serviçal”, teria dito a idosa ao segurança, segundo ele, ao chegar na Casa para participar de uma audiência pública.

Leia a matéria completa no portal Banda B, parceiro do Metrópoles.

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