Mãe de Henry, que passou mal durante a madrugada, volta para presídio

Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária, Monique retornou ao Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niterói, Região Metropolitana

atualizado 12/04/2021 16:15

Monique Monique Medeiros mãe do Henry são presos por morte do menino no Rio saindo da CidpolMedeiros mãe de Henry são presos por morte do menino no Rio saindo da CidpolAline Massuca/Metrópoles

Rio de Janeiro – A mãe do menino Henry Borel Medeiros, de 4 anos, que passou mal durante a madrugada, já está no Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niterói, Região Metropolitana do Rio. Durante a madrugada, ela foi levada para o Hospital Penal Hamilton Agostinho, no Complexo de Gericinó, em Bangu, zona oeste da cidade. Ela e o padrasto de Henry, o médico e vereador Jairo Souza dos Santos Júnior, o Dr. Jairinho (ex-Solidariedade), estão presos acusados da morte do menino no dia 8 de março.

Em nota, a  Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informou que a interna foi “diagnosticada com infecção urinária, e, após ser medicada, passou por avaliação e recebeu alta médica. A interna já retornou para o Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niterói”, afirmou em um dos trechos.

Entre sexta-feira (9/4) e sábado (10/4), Jairinho, que está preso em Bangu 8, no Complexo de Gericinó, zona oeste, também precisou de atendimento médico. O parlamentar já foi pelo menos duas vezes após se sentir mal na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), dentro do complexo penitenciário.

Caso Henry

A mãe e o padrastro vão ser indiciados pela 16ª DP (Barra da Tijuca) por homicídio duplamente qualificado e tortura. De acordo com a polícia, Jairinho agrediu o menino, pelo menos, uma vez. A revelação foi feita em troca de mensagens entre a babá Thayna de Oliveira Ferreira. Ela presta novamente depoimento nesta segunda-feira (12/4) na delegacia. No primeiro, ela mentiu, alegando que não sabia das agressões.

Henry foi levado morto pelo casal para o hospital Barra D’or, zona oeste, no dia 8 de março. Segundo Leniel Borel, o menino foi entregue à mãe no dia 7 de março saudável. Mãe e padastro alegam acidente doméstico, mas laudo cadavério apontou 23 lesões causadas por agressões. 

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