Como sobreviver ao estresse do fim de ano

por Gláucia Chaves

Já ouviu falar na síndrome da tristeza de fim de ano? O cansaço acumulado, somado ao medo do coronavírus que marcou 2020, provoca ansiedade e desânimo em muitas pessoas

A melancolia que marca o período pré-festas pode ser amenizada com algumas atitudes. Veja dicas da psicóloga clínica e neuropsicóloga Juliana Gebrim:

"Pare, respire, tire uma folga", ela sugere. Ficar em casa ou se dedicar a algo que não seja uma obrigação faz milagres pela saúde mental. Viagens curtas para locais seguros podem ser uma boa ideia

Outra sugestão é dar um tempo das redes sociais. Diversas pesquisas já relacionaram o uso de redes sociais com o aumento da ansiedade. Por isso, deixar o celular, o computador e o tablet em segundo plano é uma ótima forma de acalmar a mente

Mantenha o pensamento positivo. Pensar e conversar sobre assuntos alegres e esperançosos ajudam a manter o humor mais leve. Aproveite para pensar nos planos para 2021. "Isso cria uma fortaleza contra o desânimo", diz Juliana Gebrim

Tire o foco dos problemas. Quando o desânimo bater, a dica é procurar formas de desanuviar a mente. "Conversar com pessoas positivas ajuda muito a combater a tristeza", sugere a especialista. Meditar ou ler também são alternativas

Ative outras sensações. Ouvir música, ter contato com a natureza ou tomar um banho quente são ótimas formas de estimular sensações físicas

Evitar o distanciamento emocional também ameniza a tristeza. Estamos em uma pandemia, mas isso não impede que você encontre amigos e familiares virtualmente. Manter contato com quem se gosta, ainda que seja não presencialmente, ajuda a manter o estresse sob controle

Preste atenção aos sinais do seu corpo. Comer demais, apresentar alergias ou fadiga constante podem ser sinais de estresse crônico. "É importante fazer uma avaliação para saber se o quadro não é recorrente", sugere a especialista

Mantenha a esperança. O ano não está sendo fácil, mas não há motivo para desespero. "As vacinas estão aí e, logo mais, tudo será diferente", aposta a psicóloga

TEXTO:
Gláucia Chaves

IMAGENS:
Unsplash

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