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A empresa Café do Moço está lançando uma edição especial de produtos para promover o trabalho de pequenas produtoras da bebida, selecionadas pela barista premiada Estela Cotes (foto em destaque). O Café das Moças é a primeira linha nacional feita exclusivamente por mulheres.

Uma das inspirações para a iniciativa foi o trabalho de Ana Maria Garcia, que vendeu o café mais caro da história do Paraná. A cafeicultora ganhou destaque com a bebida Catuaí Vermelho, vendendo 30 quilos por R$ 3.800 em um leilão. A paraense é uma das cinco produtoras envolvidas no Café das Moças.

Maria José Faria Costa, no comando de outro estilo de Catuaí Vermelho, Claudete Valle Pires, responsável pelo Arara, Tisato Kawata, produtora da bebida cítrica com notas de mel, e Gláucia Daniele Mendes, fabricante do Obatã, compõem a equipe com Ana Maria. 

Divulgação

Cafés de Claudete Valle Pires, Ana Maria Garcia, Gláucia Daniele Mendes, Maria José Faria Costa e Tisato Kawata, respectivamente

Estela comanda a empresa com Leo Moço e conta que as mulheres vêm se destacando na cafeicultura, área historicamente dominada por homens. “Esta iniciativa motivará mais produtoras a se animarem com as possibilidades geradas por seus cafés. Todo o mercado ganha com essa dedicação feminina”, comenta.

Além das produtoras, todo o time envolvido em criar a linha especial é feminino. Do processo de colheita até o design das embalagens, pensado por Andressa Meissner, tudo foi feito apenas por mulheres. 

A marca pretende tornar o Café das Moças uma linha permanente e fazer um rodízio de produtoras para gerar mais oportunidades para as mulheres do meio. As bebidas podem ser compradas no site da empresa e estão disponíveis em embalagens de 150 gramas.