‘Metrópoles’ testou o Método Mendoza
“Antes de o tratamento começar, preencho uma ficha com dados pessoais e medidas. Na silhueta desenhada, o paciente deve marcar com um X onde quer reduzir a celulite e com um círculo onde quer perder gordura. Você diz as suas metas. Posteriormente, em consulta com a fisioterapeuta Gislayne Gil Santiago Mendoza, ela analisa a ficha […]
atualizado
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“Antes de o tratamento começar, preencho uma ficha com dados pessoais e medidas. Na silhueta desenhada, o paciente deve marcar com um X onde quer reduzir a celulite e com um círculo onde quer perder gordura. Você diz as suas metas. Posteriormente, em consulta com a fisioterapeuta Gislayne Gil Santiago Mendoza, ela analisa a ficha e apresenta suas considerações.
A massagem começa pontualmente às 15 horas e sou informada de que na Clínica Mendoza não existe atraso. O mesmo vale para o paciente. O tempo que ele atrasar é subtraído da sessão, que dura uma hora.
Numa salinha particular, o paciente tem de tirar toda a roupa, ficando apenas de calcinha ou cueca. Três mulheres entram na sala e a massagem começa. Uma fica responsável pelo ultrassom, a outra pela endermologia e mais uma pela parte mais dolorida do método: apertar e drenar com as mãos até as gorduras mais escondidas do seu corpo. Ela começa pela panturrilha, sobe para a coxa, barriga e, por fim, braço. Repete tudo do outro lado.
A força dessas mulheres é inacreditável. Assim como a dor que você sente cada vez que as mãos dela se movem sobre seu corpo. Em determinado momento, peço uma pausa, pois não aguento mais. Já fiz drenagem linfática, mas a sensação não é nem de perto a mesma.

Enquanto estava deitada ali, só pensava em nunca mais repetir a experiência. Nada me faria passar por mais 10 sessões daquela tortura. Começo a pensar que as pacientes fiéis não são muito normais ou têm muita resistência à dor.
Depois que a drenagem termina, uma das profissionais me cobre com uma manta térmica e começa a corrente russa. Apesar do nome, esta foi a parte mais tranquila do Método Mendoza.
Alguns minutos depois estou liberada. Recebo meio litro de água, que devo ingerir obrigatoriamente antes de ir embora. Percebo, então, que minhas pernas já estão com marcas roxas, no formato dos dedos da massagista.
No dia seguinte, é a barriga que dói e parece ter sido um saco de pancadas. Aquele pensamento de que não me submeteria de novo ao tratamento, no entanto, já é coisa do passado. Esqueço a dor e me imagino de novo fazendo aquilo tudo de novo!
