Quer emagrecer? Alimentos light e diet podem ser armadilha

Opções até têm menos açúcar na composição, mas podem apresentar maiores taxas de gordura ou de sal

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atualizado 01/11/2019 9:32

Os alimentos light e diet são muito utilizados em planos de emagrecimento por terem menos açúcar ou valores reduzidos de calorias. No entanto, nem sempre são as melhores escolhas, pois para manter o sabor agradável, muitas vezes a indústria alimentícia compensa a redução de açúcar com gordura ou sal, o que pode tornar o alimento até mais calórico do que a versão convencional.

Na hora de decidir o que colocar no carrinho do supermercado, é importante ler o rótulo e comparar as duas versões do alimento para saber qual nutriente foi retirado da versão light ou diet. Também é importante entender que os alimentos light não podem ser consumidos à vontade, pois podem ter mais calorias, o que causa aumento de peso.

A diferença entre diet e light está na quantidade de nutrientes retirados do produto. Enquanto os alimentos diet têm zero ou apenas uma quantidade muito pequena de açúcar, por exemplo, os alimentos light são classificados assim por causa da redução de algum nutriente, que deve ser de pelo menos 25%.

Por exemplo: 200 ml de um refrigerante normal tem cerca de 20g de açúcar, mas um refrigerante light pode ter até 16g  de açúcar, enquanto a versão diet tem 0g de açúcar. No entanto, em outros alimentos essa redução pode acontecer tanto para o açúcar quanto para os outros nutrientes, como gordura saturada e sal. O problema é que nem sempre o que foi reduzido ajuda no processo de emagrecimento.

Para emagrecer sem precisar de produtos diet e light, deve-se preferir alimentos integrais, ricos em fibras, vitaminas e minerais que são essenciais para o bom funcionamento do organismo. É preciso consumir pelo menos três frutas por dia, de preferência com casca, comer salada nas refeições principais e evitar alimentos ricos em açúcar e gordura, como bolos, comida pronta congelada e frituras.

Além da alimentação, deve-se adotar uma rotina com atividades físicas pelo menos três vezes por semana, pois o exercício aumenta o metabolismo, melhora a circulação sanguínea e ajuda no bom funcionamento do intestino. (Com informações do portal Tua Saúde)

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