Jovem com infecções urinárias seguidas descobre “bola de pelo” em DIU

Abbie Elian, de 29 anos, enfrentou infecções e dores recorrentes antes de médicos descobrirem corpo estranho grudado ao DIU

atualizado

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Foto colorida de mulher jovem, com vestido preto e cabelo louro preso - Metrópoles.
1 de 1 Foto colorida de mulher jovem, com vestido preto e cabelo louro preso - Metrópoles. - Foto: Reprodução / Redes sociais

A influenciadora estadunidense Abbie Elian, de 29 anos, passou meses com infecções urinárias recorrentes e fortes dores pélvicas. Incomodada com os sintomas persistentes, a moradora da Califórnia resolveu buscar ajuda médica e ficou surpresa com o diagnóstico, ela tinha uma massa semelhante a uma “bola de pelo” agarrada em seu dispositivo intrauterino (DIU).

Nas redes sociais, Abbie conta que, após exames ginecológicos e de imagem, os médicos optaram pela retirada do DIU. Logo na saída do dispositivo, algo inusitado, uma espécie de “bola de cabelo”, estava presa nele.

A paciente, que estava na companhia do parceiro na hora do procedimento, se sentiu constrangida e muito surpresa. O DIU parecia composto por fios de cabelo, fragmentos de absorventes e outros resíduos.

Resíduos esses que teriam se acumulado ao longo do tempo nas hastes do dispositivo. As partes metálicas dele agiram como “galhos de árvore” acumulando qualquer resquício que entrava em contato com a jovem.

De acordo com o Ministério da Saúde, mulheres que usam o dispositivo intrauterino devem procurar atendimento médico sempre que sentirem que algo não está normal. Esses sinais podem indicar deslocamento, infecção ou mau posicionamento do dispositivo, exigindo avaliação imediata de um profissional de saúde.


Efeitos atípicos no uso do DIU

  • Febre ou mal-estar persistente;
  • Dor pélvica intensa ou contínua;
  • Infecções vaginais recorrentes ou corrimento anormal;
  • Sangramento uterino fora do padrão;
  • Ausência do fio do DIU ou percepção de parte do dispositivo fora do lugar.

Além das complicações médicas, a experiência trouxe sofrimento psicológico para Abbie. Ela conta que a condição afetou a intimidade e a rotina diária.

Sem detalhar quando o caso ocorreu, hoje ela consegue falar abertamente sobre o assunto como forma de alertar outras mulheres para a importância de prestar atenção aos sinais persistentes do corpo e a forma como é feita a higiene íntima.

Ela contou que, depois de analisar bem os próprios sintomas, pensou que poderia ter algo de errado dentro dela.

Embora situações assim sejam raras, existe um alerta para buscar ajuda se qualquer dor, infecção recorrente ou alteração incomum persistir. O acompanhamento ginecológico regular, por exemplo, é essencial para garantir o bom funcionamento de dispositivos contraceptivos e prevenir complicações.

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