Insuficiência cardíaca: cardiologista lista sinais e fatores de risco

Apesar de ser mais recorrente entre as pessoas de idade avançada, a condição também pode se desenvolver em outros momentos da vida

atualizado 15/08/2022 19:14

Foto de um homem pressionando o peitoReprodução/Getty Images

A insuficiência cardíaca é caracterizada quando o coração não consegue bombear sangue adequadamente para as necessidades diárias do corpo. Apesar de ser mais recorrente entre as pessoas de idade avançada, a condição também pode se desenvolver em outros momentos da vida, afetando pessoas mais jovens.

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A cardiologista Gosia Wamil, da Mayo Clinic Healthcare de Londres, no Reino Unido, explica que, apesar de ser um problema que afeta o coração, a insuficiência pode ser prevenida e tratada.

Confira quais são os sintomas e fatores de risco da insuficiência cardíaca

Fatores de risco

A doença é resultado de dois extremos possíveis: o músculo do coração ficar muito rígido, ou fraco. As duas situações comprometem a circulação, e o sangue pode acabar acabar se acumulando nas pernas, pulmões e em outros tecidos. A principal causa do problema é a doença arterial coronariana, mas hipertensão e diabetes também podem causar o enrijecimento do músculo cardíaco.

“Manter uma dieta saudável, tratar a obesidade, evitar o tabagismo e o fumo passivo, além de evitar a ingestão de bebidas alcóolicas, podem ajudar a prevenir a insuficiência cardíaca”, diz a cardiologista.

Ela ainda aponta que a apneia do sono, medicamentos usados para tratar cânceres e infecções virais que danificam o músculo cardíaco podem agravar a situação.

Sintomas

Gosia destaca que inchaço no tornozelo, falta de ar, dor no peito, batimentos cardíacos acelerados ou irregulares e fadiga durante a prática de exercícios físicos devem ser sinais de alerta para o paciente.

“Existem outros sintomas que as pessoas podem não associar à insuficiência cardíaca. Eles incluem tosse persistente, inchaço abdominal, rápido ganho de peso, náusea e falta de apetite. Indivíduos que têm qualquer um desses sinais devem entrar em contato com seu médico”, concluiu.

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