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O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) se reúne nesta sexta-feira (15/9) pela quarta vez em caráter de emergência, em menos de 20 dias. O encontro dos 15 países  membros foi convocado por Estados Unidos e Japão, após a Coreia do Norte ter lançado novo míssil no mar do Pacífico japonês.

A reunião, a portas fechadas, segundo a secretaria do conselho, ocorre também no contexto da Assembleia Geral das Nações Unidas, que, na próxima terça-feira (19), reunirá líderes dos países membros para o tradicional debate.

Na quarta-feira (13), o governo norte-coreano prometeu atacar o Japão e a Coreia do Sul, ambos aliados dos Estados Unidos, em reação a sanções aprovadas pelo Conselho de Segurança  na segunda (11).

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ainda não comentou o último lançamento de míssil, mas o país tem defendido sanções mais severas e confronto militar caso a Coreia do Norte ataque territórios norte-americanos ou de países aliados.

Em resposta ao lançamento do míssil, a vizinha e inimiga Coreia do Sul repetiu testes com mísseis no mar. Sanções severas vêm sendo defendidas pelos três países: EUA, Japão e Coreia do Sul. A Alemanha manifestou que a resposta deve ser dura, para que a Coreia do Norte desista de seu programa de armamento nuclear.

A Rússia afirmou que as provocações da Coreia do Norte devem ser levadas a sério, mas, em alguns momentos, têm adotado tom mais duro e alinhado ao dos Estados Unidos. Outros países têm defendido a saída diplomática e negociada, que é a posição da China desde o início da escalada de tensões.

 

 

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