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Kihn Par Thaing, 30 anos, acusada de espancar o filho com um cabide, alegou à Justiça que as agressões estão de acordo com suas crenças cristãs. A mulher, que está presa desde fevereiro, usa o argumento para tentar escapar da punição.

Ela foi presa pela policia de Indianapolis, Estados Unidos, após a professora de seu filho, que tem apenas 7 anos, ver as marcas do espancamento no garoto. Segundo a polícia local, o garoto tinha mais de 36 hematomas pelo corpo.

O advogado da vítima, Greg Bowes, alega que a Justiça não pode interferir na maneira como a mãe cria os filhos. “Ela pode impor disciplina à criança de acordo com suas crenças”, falou ao jornal The Indianapolis Star.

O promotor Matt Savage respondeu ao argumento da defesa afirmando que a agressão a criança vai além das instruções religiosas. Segundo a lei do estado, assinada pelo republicano Mike Pence em 2015, as instituições governamentais são proibidas de interferir nas liberdades religiosas, a não ser que seja o último meio possível.

 

 

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