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Por volta das 8h do último domingo (8/1), o detento Gonzalo Montoya Jiménez foi encontrado inconsciente no Centro Penitenciário de Asturias, na Espanha. Os médicos foram chamados e, ao chegarem ao local, constataram: ele não tinha pulso. Dado como morto, o corpo dele foi levado ao Instituto Médico Legal de Oviedo.

Os funcionários do local então começaram a avisar aos familiares de Gonzalo sobre a morte do detento, que foi constatada por três médicos forenses. O corpo do detento já estava marcado com caneta sobre as partes que deveriam ser cortadas e examinadas. De repente, os médicos escutaram um barulho: Gonzalo estava vivo.

O homem foi levado às pressas para o Hospital Universitário Central de Asturias em uma ambulância e, lá, foi tratado e “voltou à vida”. A família de Gonzalo disse aos médicos que ele já teve ataques de epilepsia, e acreditam que a “morte” tenha algo a ver com isso. Por enquanto, o caso ainda está sendo investigado pelas autoridades.
De acordo com o La Voz de Asturiasrepresentantes da penitenciária disseram que ainda estão investigando o que aconteceu. Ainda segundo o jornal, os familiares acreditam que apenas um médico viu o corpo e os outros dois apenas assinaram o documento constatando a morte.