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O número de mortos na Venezuela só aumenta e demonstra a tensão instalada no local. Apenas neste domingo (30/7) cinco mortes foram confirmadas. O país vota a aprovação de uma nova Assembleia para reformular as leis. Os protestos são diários, há relatos de confronto dos manifestantes com as tropas do governo.

Entre as vítimas de hoje, um jovem de 17 anos e um homem de 53 anos foram mortos por disparos  feitos por civis armados, em motocicletas, na cidade de Cárdenas, em Táchira. O incidente ocorreu durante a votação convocada pelo governo de Nicolás Maduro para a eleição de membros da Assembleia Nacional Constituinte, cuja função será a de reformular a Constituição venezuelana.

Durante a manhã, ao menos três pessoas morreram em protestos contra a criação da Assembleia, de acordo com deputados da oposição, cujos relatos foram reproduzidos pelo jornal El Universal. Em seu perfil no Twitter, o opositor e líder da Ação Democrática, Henry Ramos, afirmou que o regime de Maduro “assassinou” a tiros Ricardo Campos, secretário da ala jovem do partido, durante um protesto na cidade de Cumana, no Estado de Sucre.

Além disso, o candidato à Assembleia pelo setor Conselho Comunal e Comunas do Estado de Bolívar, Jose Feliz Pineda Marcano, foi assassinado em sua casa na noite de ontem, em Bolívar, de acordo com o El Universal. Segundo testemunhas ouvidas consultadas pelo jornal, duas pessoas entraram na casa de Marcano e roubaram os bens dos presentes. Depois, separaram o candidato das outras pessoas e vários tiros foram ouvidos. (Com informações da Agência Estado)

 

 

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