Flamengo justifica tratamento dado às famílias das vítimas

Clube foi criticado por ter impedido entradas dos familiares no Ninho do Urubu e não ter convidado famílias para missa

atualizado 08/02/2020 18:37

Divulgação/ Gilvan de Souza/ Flamengo

No dia em que se completa um ano da tragédia no Ninho do Urubu, o Flamengo foi bastante criticado nas redes sociais pelo tratamento dispensado às famílias das vítimas que procuravam homenagear os garotos mortos no incêndio.

Primeiro, os familiares de Jorge Eduardo e Christian Esmério foram impedidos de entrar no Ninho. Depois, o clube celebrou uma missa pela memórias das vítimas, mas nenhum familiar esteve presente.

O jornal O Dia entrou em contato com a comunicação do Rubro-Negro e obteve a seguinte resposta: “A única família que perguntou se podia ir ao CT foi a família do Pablo. Ela entrou e fez a oração dela. As outras duas que foram de surpresa, não tinha ninguém no CT para dar autorização. E quando as pessoas foram dar autorização, eles já tinha saído de lá porque estavam todos na missa”, disse o comunicado.

“Em relação à missa. Eles não foram chamados nem na de sétimo dia, nem de um mês, nem de dois meses. Porque enquanto não fechar os acordos, a gente não se sente à vontade. Simples assim. Ninguém quer fazer demagogia como muitos fazem”, declarou o clube.

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