Final da Libertadores é adiada por ataque que feriu jogadores do Boca

Presidente da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), Alejandro Dominguez, anunciou a partida para as 17h deste domingo (25/11)

NATACHA PISARENKO/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDONATACHA PISARENKO/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

atualizado 24/11/2018 20:49

O segundo jogo da final da Copa Libertadores, que seria realizado neste sábado (23/11), entre River Plate e Boca Juniors, foi adiado para as 18h (de Brasília) deste domingo (25), devido ao ataque ao ônibus do clube visitante na chegada ao estádio Monumental de Núñez. A partida se iniciaria às 18h, mas, às 20h25, o presidente da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), Alejandro Dominguez, anunciou a transferência do jogo.

“Houve um acordo entre os clubes, um pacto de cavalheiros de seus dirigentes, de que esse jogo, nessas condições, não poderia ocorrer. Ninguém gostaria de ganhar desta forma, então houve o acordo. Os clubes chegaram a essa conclusão e o jogo foi adiado”, explicou Dominguez.

O ônibus com os jogadores do Boca, que recebeu o primeiro duelo da decisão, foi alvo de pedradas e do suposto arremesso de um artefato que continha gás de pimenta vindos da torcida do River, nos arredores do estádio.

O ônibus do elenco do Boca Juniors foi recebido a pedradas nas proximidades do palco da partida. Jogadores foram atingidos por estilhaços de vidro, com Pablo Pérez sendo quem aparentemente mais se feriu, de acordo com informações da imprensa argentina.

Além disso, outros atletas também foram vítimas dos efeitos do gás de pimenta supostamente vindo da torcida do River, como Carlitos Tevez, Fernando Gago, Julio Buffarini, que foram vistos passando mal nas dependências do vestiário do Monumental de Núñez.

Decisão dos dirigentes
Dirigentes do Boca Juniors pediram o adiamento da partida, enquanto o comando do River Plate trabalhava com a ideia de que o duelo iria acontecer e já havia liberado a escalação oficial para o segundo jogo da final da Libertadores. Membros da Conmebol e dos clubes envolvidos na decisão se reuniram para tomarem uma decisão sobre a partida, optando pelo adiamento.

Assim como ocorreu no jogo de ida da final, o duelo deste sábado teria torcida única, expediente adotado há alguns anos em clássicos do futebol argentino por questões de segurança. O primeiro confronto, no estádio de La Bombonera, terminou empatado em 2 a 2.

Em 2015, o confronto entre Boca Juniors e River Plate pelas oitavas de final da Libertadores também ficou marcado por incidentes extracampo. No intervalo do jogo de ida no estádio de La Bombonera, quando o placar era de 0 a 0, jogadores do River foram atacados por um gás tóxico na ida ao vestiário. A Conmebol, então, eliminou o Boca do torneio.

 

Classificação

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