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Para acabar com um jejum que durava desde 2013, o Brasiliense trouxe atletas experientes e com bagagem de títulos. E foi nos pés de Reinaldo, Nunes e Souza que o time buscou a virada sobre o Ceilândia e ficou com a taça do Candangão 2017. A vitória por 3 x 2 no Mané Garrincha resultou no nono título candango do Jacaré.

“Existe um estigma de que jogador mais experiente vem para o Brasiliense para roubar e nós mostramos o contrário. Fizemos um grande campeonato”, afirma Nunes, atacante do Jacaré, de 34 anos. O técnico Rafael Toledo comemorou mais um título. “O Brasiliense contratou jogadores experientes em outras oportunidades e não deu certo. Este ano, o título era nosso. Eles vieram com espírito de campeão e não para outros tipos de procedimentos. Foi merecido”, disse.

O time não conquistava o Candangão desde 2013, ano da inauguração do novo Mané Garrincha, quando superou o Brasília na final. Além do título de 2017 e 2013, os outros foram comemorados em sequência, entre 2004 e 2009, e também em 2011.

A taça premia uma equipe que mostrou bom futebol e solidez no campeonato. Liderada por Souza, Nunes e Reinaldo, o Jacaré sofreu apenas duas derrotas em todo o campeonato. Em 2018, tanto Brasiliense quanto Ceilândia têm vaga garantida na Série D do Brasileiro e na Copa do Brasil.

Ficha técnica

Brasiliense (3)
Andrey; Gabriel, Preto Costa, Wallace e Gérson; Aldo, Lucas Zen e Souza; Reinaldo (Luquinhas), Nunes (Acerola) e Márcio Diogo (Malaquias)
Técnico: Rafael Toledo

Ceilândia (2)
Pedro; Dudu Lopes, Badhuga, Wallinson e Elivelto; Didão, Emerson Martins (Kabrine), Alcione e Filipe Cirne (William Carioca), Gilmar Herê (Formiga) e Romarinho
Técnico: Adelson de Almeida

Gols: Romarinho, aos 32 minutos do primeiro tempo. Reinaldo, a um minuto, Nunes, aos 25, Souza, aos 35, e Didão, aos 45 minutos do segundo tempo.
Estádio: Mané Garrincha
Árbitro: Sávio Sampaio
Público: 6.395 presentes