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Zumbis driblam chuva e fazem Zombie Walk no centro da capital

Entre zumbis e sobreviventes do apocalipse, centenas de jovens marcaram presença na Zombie Walk Brasília 2017. Com feridas falsas, maquiagem de machucados horríveis e banho de sangue artificial, os participantes se divertiram no flashmob organizado pelo Esquadrão Anti-Zombie (EAZ).

Levando em consideração o slogan “Zumbis caminham, eles não correm”, os presentes fizeram uma concentração na Torre de TV, seguiram até o shopping Pátio Brasil; a galeria dos Estados (onde realizaram o concurso de melhor fantasia do evento); foram ao Conic; passaram pela Rodoviária do Plano Piloto e finalizaram o encontro em frente ao Museu Nacional de Brasília.

Fantasiado de guerreiro africano, Guilherme Eugênio, 22 anos, um dos organizadores da caminhada, explica o conceito por trás da iniciativa: “Nosso objetivo era reunir fãs da cultura de zumbis, animes e filmes de horror em busca de uma troca de experiências. Um zumbi é uma pessoa morta. Ela está apodrecendo, caindo aos pedaços. Não teve sorte no fim do mundo e acabou sendo transformada num morto-vivo. Já o sobrevivente é um personagem mais sagaz, que segura a barra e tem estratégias para se manter vivo”, aponta.

O jovem faz um paralelo entre brincadeira e a vida real. “Hoje o mundo está cheio de zumbis. As pessoas vivem apenas para trabalho, no piloto automático, nas redes sociais, pagando boletos, e não aproveitam mais o convívio com a família, os amigos, as experiências reais. Isso tá deixando todo mundo ansioso e estressado. Um esquadrão de verdadeiros zumbis vagando sem sentido por aí”, avalia Guilherme. “O evento é para adicionar criatividade na vida da galera”.

Para a “zumbi” Kelly Lorraine, a preparação começou no ano passado. Após assistir vários tutoriais de makes demoníacas na internet, a jovem produziu sua versão de “colegial americana morta-viva”. “Esta é a terceira vez que venho na Zombie Walk de Brasília e acho a iniciativa muito divertida”, conta.

O concurso Cosplay ZW é uma parte importante da ação. O primeiro lugar ganha R$ 150; o segundo leva R$ 100 para casa e o terceiro embolsa R$ 50.

Sarah Campo Dall'orto

Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub), trabalhou no site Finíssimo e no Jornal de Brasília por três anos, onde atuou na reportagem e produção da coluna PS. Na sequência, fez parte da equipe do site e da revista GPS|Brasília por seis anos. Atualmente, está no Metrópoles. No portal, produziu a coluna de Isadora Campos; foi repórter de gastronomia por quase um ano e agora é editora-assistente de Vida & Estilo.

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