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“The Walking Dead” retorna para uma decisiva sétima temporada

“The Walking Dead” retorna para uma decisiva sétima temporada neste domingo (23/10), às 23h30, na Fox. Seis meses depois de um polêmico season finale, a série deve atingir um momento dramático com a morte de mais um personagem importante. Mas os novos episódios precisam ir além da resposta à questão “quem Negan matou?”.

Rick Grimes (Andrew Lincoln), Daryl (Norman Reedus) e cia terminaram o sexto ano ajoelhados diante dos movimentos de Lucille, o taco de beisebol (ornado com arame farpado) de Negan (Jeffrey Dean Morgan). O bravo grupo de sobreviventes nunca enfrentou uma ameaça tão destrutiva.

Em contrapartida, a subtrama envolvendo Carol (Melissa McBride) e Morgan (Lennie James), os breves romances de sempre e o surgimento de novos núcleos também devem movimentar os 16 novos episódios.

Abaixo, veja 3 fatos sobre a sétima temporada de “The Walking Dead”:

Sob o domínio de Negan e os Salvadores
“Walking Dead” sempre revelou um esquema narrativo bem previsível. Os sobreviventes se deslocam de um lugar para outro, entre encontros com novos aliados e grupos hostis. Nas primeiras seis temporadas, já vimos Rick e cia se fixarem em lugares como Terminus e Alexandria. Negan e os Salvadores funcionam como uma espécie de culto pós-apocalíptico.

Eles se organizam por códigos de honra, são leais ao chefe, brutais com inimigos e cativos e costumam exigir até pagamento de impostos (uma cota generosa de armas, suprimentos e plantações). Os zumbis agora soam tão naturais quanto animais selvagens. Por essas e outras, a sétima temporada pode trocar as dispersões por uma história de fuga, com sutis estratégias e maquinações.

O rei e o tigre
Personagem conhecido dos quadrinhos de “Walking Dead”, Ezekiel (Khary Payton) surge como líder do Reino, um novo núcleo que deve ser explorado na sétima temporada. Ele é descrito nas histórias como um sujeito carismático e extravagante. Não à toa, tem o tigre Shiva como seu bichinho de estimação.

O combustível das HQs
Robert Kirkman criou “Walking Dead” em 2003, nos quadrinhos. A série continua ativa e, claro, segue impulsionada pelo sucesso da adaptação para a TV. O universo se expandiu em videogames, webséries e no programa derivado “Fear the Walking Dead”, ambientado em Los Angeles nos primeiros anos do surto de mortos-vivos.

Kirkman se envolveu em alguns roteiros para a televisão. Mas a série é uma transposição livremente inspirada nas HQs. A renovação para uma oitava temporada reforça que ainda há muita lenha para queimar – ou zumbis para esquartejar. O 27º volume dos quadrinhos será lançado em março de 2017.


Sétima temporada de “The Walking Dead”

Domingo (23/10), às 23h30, na Fox

Felipe Moraes

Formado em jornalismo pela Universidade Católica de Brasília (UCB), Felipe Moraes é repórter de cultura e crítico de cinema no Metrópoles. Passou pelas redações do jornal Correio Braziliense e da revista Veja Brasília. É membro da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) e escreveu artigos para livros publicados pela entidade. Participou do Júri da Crítica (Abraccine) no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (FBCB) de 2013 e 2018 e do Júri Oficial no FBCB de 2014.

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