Na volta do Made in Japan, Sabrina fala sobre vulnerabilidade na pandemia

A apresentadora Sabrina Sato revela que refletiu muito durante o isolamento e conta as novidades do reality show

A trajetória do Made in Japan, reality show comandado por Sabrina Sato na Record, foi da expectativa a decepção – em um primeiro momento. Anunciado como a grande aposta da emissora, o programa não teve o resultado esperado, veio a pandemia de coronavírus e ele saiu do ar.

Neste sábado (23/05), o Made in Japan volta a ser exibido, em novo horário – deixa a programação dominical – e, novamente, com a esperança de ser um sucesso à altura de Sabrina Sato.

Em entrevista, a japonesa contou novidades do programa. “O Made in Japão vai voltar com perfil mais de reality de convivência, para que possamos conhecer melhor a história de cada participante e entender os acontecimentos da casa. Agora exibido como uma atração isolada, teremos mais tempo para mostrar isso, diferentemente de quando ele era um quadro dentro de um programa”, antecipou.

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Sabrina Sato anunciou novidades do Made in Japão
O programa deixa de ser um quadro no dominical da Record e ganha horário exclusivo aos sábado
A apresentadora implementará lives para "lavar roupa suja"
Ela lamentou que o programa tenha ficado pouco tempo no ar
Porém, Sabrina Sato está otimista com o retorno

Outra investida da produção será um conteúdo produzido por meio de lives: os participantes vão discutir as situações (resolvidas ou não) dentro do reality.

“Como ficou pouco tempo no ar, o Made in Japão estava só no começo, tinha muita água para rolar e muita coisa para apimentar ainda mais essa convivência. Agora, vamos levar a roupa suja para fora da casa: vamos fazer lives em plataformas digitais, com os participantes, para que muito do mal-entendido dentro da casa”, aponta a japonesa.

Na conversa, Sabrina Sato também falou sobre as mudanças causadas pela pandemia. A apresentadora tirou o tempo para pensar sobre si e a sociedade.

“Neste momento de isolamento, refleti muito sobre a nossa vulnerabilidade e sobre qual é o nosso papel no mundo. Precisamos um do outro para ter um mundo melhor”, concluiu.