115 pessoas nuas se reúnem em frente ao Museu Nacional para manifesto

A fotona, produzida por Kazuo Okubo, foi um protesto sobre a importância do corpo como manifestação artística

atualizado

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Kazuo Okubo/Divulgação
Fotona 3
1 de 1 Fotona 3 - Foto: Kazuo Okubo/Divulgação

Sob o forte sol deste sábado (2/9), 115 homens e mulheres ficaram nus em frente ao Museu da República para a fotona. O registro fotográfico de Kazuo Okubo tinha como objetivo mostrar que corpos sem roupa podem ser importantes manifestações artísticas.

A marca de 115 homens e mulheres configura um recorde: o maior nu artístico do Centro-Oeste. Para os organizadores, a “Fotona”, como o projeto ficou conhecido, reafirma “os corpos enquanto ferramentas de manifestação artísticas, culturais e políticas”.

115 pessoas nuas se reúnem em frente ao Museu Nacional para manifesto - destaque galeria
5 imagens
"Queremos mostrar que existem pessoas sobre o concreto frio", conta o idealizador do projeto, Diego Ponce de Leon
As fotos foram feitas pelo fotógrafo Kazuo Okubo
A foto bateu o recorde de nu artístico do Centro-Oeste
O Museu Nacional foi decorado por corpos nus
"Fotona": projeto colocou 115 corpos nus em frente ao Museu Nacional
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"Fotona": projeto colocou 115 corpos nus em frente ao Museu Nacional

Kazuo Okubo/Divulgação
"Queremos mostrar que existem pessoas sobre o concreto frio", conta o idealizador do projeto, Diego Ponce de Leon
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"Queremos mostrar que existem pessoas sobre o concreto frio", conta o idealizador do projeto, Diego Ponce de Leon

Kazuo Okubo/Divulgação
As fotos foram feitas pelo fotógrafo Kazuo Okubo
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As fotos foram feitas pelo fotógrafo Kazuo Okubo

Kazuo Okubo/Divulgação
A foto bateu o recorde de nu artístico do Centro-Oeste
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A foto bateu o recorde de nu artístico do Centro-Oeste

Kazuo Okubo/Divulgação
O Museu Nacional foi decorado por corpos nus
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O Museu Nacional foi decorado por corpos nus

Kazuo Okubo/Divulgação

Enquanto os modelos se deitaram próximos à rampa do museu, Okubo subiu em um guindaste. A 20 metros de altura, ele dirigiu a cena com o auxílio de um alto falante e realizou as fotos.

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Fotógrafo conversando com a equipe
Preparativos para a foto
Museu Nacional foi escolhido por conta da prisão de Maikon K
Guindaste que ergueu Kazuo Okubo
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Guindaste que ergueu Kazuo Okubo

Divulgação
Fotógrafo conversando com a equipe
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Fotógrafo conversando com a equipe

Divulgação
Preparativos para a foto
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Preparativos para a foto

Divulgação
Museu Nacional foi escolhido por conta da prisão de Maikon K
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Museu Nacional foi escolhido por conta da prisão de Maikon K

Divulgação

A imagem, que integra o festival Cena Contemporânea, foi idealizada após o artista Maikon K ser detido pela Polícia Militar enquanto executava uma performance no local. Em DNA do DAN, ele ficava nu dentro de uma bolha e, para as autoridades locais, o ato representava atentado ao pudor.

Brasília está, equivocadamente, passando a ideia de uma cidade dormitório, onde não é possível cantar nos bares, fazer teatro, ter cinema. A gente acha que a capital está fechada para as artes. Isso incomoda. A fotona mostra que o concreto frio é feito de gente, de corpo e de opinião

Diego Ponce de Leon, idealizador da fotona

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