Leo Dias: indústria da música se prepara para as lives pagas

Segundo Dias, durante o programa Os Cabeças da Notícia, na Rádio Metrópoles 104,1 FM, está sendo articulada a “central de eventos live”

Pensando e repensando estratégias para manter o ritmo de produção e gerar lucros em meio à pandemia do novo coronavírus, a indústria da música se prepara para oferecer lives pagas. Segundo Leo Dias, durante o programa Os Cabeças da Notícia, na Rádio Metrópoles 104,1 FM, está sendo articulada uma “central de eventos live”.

O jornalista destaca que é uma tendência do mercado por conta das restrições impostas pela Covid-19, que seguem sem data para terminar no país. Segundo Dias, a expectativa é que cada artista ofereça a transmissão do evento por valor entre R$ 5 e R$ 10. No entanto, fica a dúvida sobre quanto tempo isso pode durar.

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O astro da música eletrônica Alok chamou atenção durante a live
Ele e Victoria Villarim foram noivos
Ivete Sangalo durante live em casa
Sandy & Junior
No entanto, o apresentador Fausto Silva não foi autorizado a retornar
A live acontece a partir das 20h

Menos será cada vez mais

Vários artistas já estão se conscientizando sobre as grandes mudanças na forma de fazer e vender música. A Leo Dias, o cantor Wesley Safadão comentou que vem trabalhando com cada vez menos recursos. Os 20 shows, em média, que fazia por mês hoje foram reduzidos para um, com cachê de cerca de R$ 500 mil.

Outro exemplo dado por Dias é o de Marília Mendonça, que, mesmo com status de maior cantora do momento no Brasil, investiu mais uma vez no simples, ao lançar o clipe da canção Vira Homem. Com cenas gravadas por celular, com cada músico em sua casa, a produção rendeu em uma semana 6 milhões de visualizações.

Adaptação e simplicidade serão as palavras do momento para os artistas de agora em diante.