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Música

Cantores de K-pop são condenados à prisão após escândalo em boate

A Justiça da Coreia do Sul decidiu que Jong Joon-Young teria de cumprir sete anos de prisão e Choi Jong Hoon, cinco

14/11/2019 17:04, atualizado 14/11/2019 17:05
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Chung Sung-Jun/Getty Images
Cantores de K-pop são condenados à prisão após escândalo em boate

Os cantores de K-pop Jong Joon-Young, do Drug Restaurant, e Choi Jong-Hoon, da FT Island, foram condenados à prisão na quarta-feira (13/11/2019) após acusações de estupro. A investigação começou com o escândalo da boate Burning Sun que envolveu inúmeros nomes influentes da indústria.

A Justiça da Coreia do Sul decidiu que Joon-Young teria de cumprir sete anos de prisão e Jong Hoon, cinco. Segundo as acusações, eles teriam filmado e compartilhado imagens de um estupro coletivo em um grupo de Kakao Talk – um aplicativo reminiscente do WhatsApp. A agressão envolve três outros homens e teria acontecido em março de 2016 de acordo com o Soompi.

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Seungri tem sido inocentado, porém ainda deve responder pela acusação de solicitar prostitutas
A conversa mostra Seungri pedindo para seus funcionários conseguirem "meninas fáceis" para os investidores. Ele foi acusado, depois, de administrar uma rede de prostituição
Um internauta coreano tentou fazer um gráfico compreensivo sobre as conexões entre os casos que têm sido investigados ao longo das últimas semanas
David Yoo, Seungri, Joon-Young e Jonghun
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David Yoo, Seungri, Joon-Young e Jonghun

Reprodução do Twitter
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Um internauta coreano tentou fazer um gráfico compreensivo sobre as conexões entre os casos que têm sido investigados ao longo das últimas semanas
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A Justiça também pediu 10 anos de prisão para o ex-funcionário da boate Burning Sun, Sr. Kim, e Sr. Kwon por “quasi-estupro” (referindo-se ao estupro de uma vítima inconsciente ou incapaz de resistir), e cinco anos de prisão para o ex-funcionário de uma agência de entretenimento, Sr. Heo.

Para todos os envolvidos, a Justiça também determinou que eles teriam de passar por um tratamento e reabilitação para agressores sexuais, divulgação de informações pessoais e um banimento de 10 anos de toda e qualquer instituição que envolve crianças e adolescentes.

O veredito final será anunciado no dia 29 de novembro, às 11h, na Coreia do Sul.